Como restituir o seguro do maquinário perdido em desastres ambientais?

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Para proteger seus investimentos no agronegócio, invista em um seguro para máquinas agrícolas

O seguro de maquinário é uma ferramenta indispensável hoje para os agricultores e/ou proprietários de máquinas agrícolas. Diante de imprevistos e desafios enfrentados, como o desastre natural que atingiu o Rio Grande do Sul em maio de 2024, é fundamental ter a segurança de que os equipamentos utilizados nas atividades estão protegidos.

Os equipamentos agrícolas são bens essenciais e estão diretamente relacionados à eficiência das propriedades rurais. Dessa forma, nada melhor que proteger esse patrimônio também.

O que é o seguro de maquinário

O seguro de máquinas agrícolas engloba desde tratores robustos até colheitadeiras de alta tecnologia. Esses equipamentos representam investimentos significativos cuja funcionalidade é fundamental para o sucesso das operações agrícolas.

Este seguro é um salvaguarda contra uma série de riscos, como danos causados por acidentes ou fenômenos naturais (tempestades e inundações). Com o seguro, é possível cobrir reparo/substituição de equipamentos danificados.

Além disso, é possível personalizar o seguro de maquinário agrícola para incluir coberturas adicionais, como responsabilidade civil e perda de renda, garantindo que o agricultor esteja preparado para enfrentar não apenas danos físicos, mas também as consequências financeiras dos eventos.

Portanto, investir em um seguro de maquinário é uma decisão estratégica para qualquer negócio do campo. Além de proteger contra perdas significativas, ele também garante a continuidade das operações.  

Quem pode contratar o seguro de máquinas agrícolas

O seguro de maquinário agrícola pode ser contratado por:

  • Agricultores;
  • Proprietários de máquinas agrícolas;
  • Gestores de fazendas.

Como funciona o seguro de maquinário

O seguro funciona como uma proteção financeira contra perdas ou danos às máquinas e equipamentos utilizados na agricultura, mas também pode englobar coberturas adicionais.

Se tratores de uma propriedade agrícola forem furtados, por exemplo, se o proprietário desses tratores tiver o seguro de máquinas agrícolas, basta que ele acione e siga todo o processo de sinistro conforme consta na apólice. Isso alivia a perda financeira que ele teria de arcar caso não possuísse a proteção.

Quais bens estão cobertos no seguro

O seguro de máquinas agrícolas cobre uma gama de equipamentos utilizados na agricultura, tais como tratores, colheitadeiras, plantadeiras, pulverizadores, bem como outros maquinários essenciais para o plantio, cultivo e colheita.

Além disso, o seguro pode cobrir acessórios e implementos agrícolas acoplados ou utilizados em conjunto com as máquinas principais.

As coberturas específicas e os bens cobertos pelo seguro podem variar conforme a seguradora e o plano contratado, sendo importante verificar os detalhes da apólice para entender completamente o escopo da proteção eferecida.

Por que fazer o seguro de máquinas agrícolas

Fazer o seguro de máquinas agrícolas é uma decisão estratégica e prudente para qualquer profissional do setor agrícola.

Primeiramente, o seguro garante proteção financeira contra imprevistos e acidentes que podem causar danos significativos às máquinas e equipamentos, que são, sem dúvida, os pilares da produtividade no campo.

Além disso, ao assegurar a rápida recuperação ou substituição de equipamentos danificados, o seguro ajuda a minimizar o tempo de inatividade, mantendo a operação agrícola em pleno funcionamento.

Diante dos desafios climáticos e dos riscos inerentes às atividades agrícolas, contrar com um seguro específico para máquinas agrícolas proporciona uma camada extra de segurança e tranquilidade para o agricultor.

Quais as coberturas do seguro de máquinas agrícolas

O seguro de maquinário oferece uma ampla gama de coberturas para proteger os equipamentos essenciais utilizados no agronegócio. Essas coberturas são projetadas para minimizar as perdas financeiras e operacionais em caso de eventos inesperados.

  • Incêndio, queda de raio, explosão e danos de causa externa;
  • Perda de aluguel;
  • Pagamento de aluguel a terceiros;
  • Operação de equipamentos em proximidade de água;
  • Danos elétricos;
  • Roubo e/ou furto;
  • Acidentes para viagens de entrega;
  • Responsabilidade civil (para equipamentos móveis);
  • Acidentes pessoais do operador;
  • Quebra de vidros;
  • Colisão, capotamento e tombamento;
  • Despesas de salvamento;
  • Lucros cessantes.

Quais os riscos excluídos do seguro

Algumas situações e alguns eventos não são cobertos pela apólice de seguro de maquinário. Isso se dá pela natureza previsível do dando, alto risco envolvido ou por serem considerados como responsabilidade do segurado.

  • Desgaste natural;
  • Falha de manutenção;
  • Ação intencional;
  • Operação inadequada;
  • Desastres naturais específicos;
  • Guerra e conflitos;
  • Contaminação e poluição;
  • Fraude.

Dessa forma, é crucial revisar cuidadosamente a apólice de seguro para compreender completamente quais riscos estão excluídos e considerar a contratação de coberturas adicionais, se necessário, para garantir a proteção de suas máquinas agrícolas.

Conclusão

A contratação de um seguro para maquinário é crucial na gestão de riscos no setor agrícola. Ele proporciona segurança financeira, garantindo que operações agrícolas possam continuar sem interrupções significativas, mesmo diante de imprevistos como danos físicos, roubos e desastres naturais.

O seguro não é só uma medida de precaução, mas também, é um investimento estratégico na proteção e no futuro do seu negócio. Diante dos desafios e incertezas inerentes à agricultura, assegurar-se contra potenciais perdas é um passo prudente que todos no agronegócio devem considerar.

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Máquina agrícola: Veja se vale investir para o seu agronegócio

Máquina Agrícola: Os maquinários são parte fundamental da atividade agrícola, estando presente em todas as etapas do processo produtivo.

Introdução

Foi-se o tempo em que as atividades relacionadas ao processo de produção agrícola eram feitas manualmente ou através do uso de força animal. O advento da invenção de motores e máquinas se estendeu ao campo e os maquinários agrícolas tomaram o ambiente rural.

O uso de máquinas agrícolas traz diversos benefícios, sendo que os principais estão relacionados à maior eficiência e assertividade nas atividades agrícolas, além da diminuição do tempo de execução das tarefas e a maior segurança aos trabalhadores. 

A evolução tecnológica tem trazido cada vez mais novidades ao campo e muitas das máquinas hoje utilizadas já apresentam a capacidade de leitura de dados da lavoura, referenciamento geográfico, adaptação ao terreno e autonomia na execução de tarefas.

Por estes motivos, é importante que o produtor conheça as especificidades de cada tipo de maquinário, entenda seu funcionamento e tenha capacidade de decidir sobre a necessidade e possibilidade de tê-las em sua propriedade. Essas são as informações que traremos nesse artigo.

O que é uma máquina agrícola?

Uma máquina agrícola pode ser definida como uma ferramenta capaz de executar tarefas que eram feitas por meio do trabalho humano ou animal.

São equipamentos baseados em dispositivos mecânicos com controle elétrico e propulsão gerada por motores de combustão. Essas máquinas normalmente apresentam sensores capazes de monitorar suas condições de trabalho e as características das plantas ou do solo alvos de suas tarefas.

Os maquinários têm evoluído grandemente desde seu surgimento, sendo, hoje em dia, o maior aporte tecnológico dentro de uma propriedade rural.

Quais os principais tipos de máquinas agrícolas?

Existe um número enorme de máquinas agrícolas para as mais diversas funções na atividade rural. Elas estão envolvidas em diversas atividades desde a abertura e preparo da área até a pós-colheita, embalagem e armazenamento dos produtos agrícolas.

Porém, algumas delas são as mais comuns e estão presentes na maioria das propriedades rurais no Brasil, executando grande parte das atividades da lavoura. São elas:

  • Tratores: o trator é o maquinário agrícola de maior dinâmica na propriedade. Ele executa diversas atividades, além de poder ser acoplado a diversos implementos;
  • Plantadeiras/Semeadoras: são responsáveis pela semeadura de sementes ou plantio de mudas ou partes vegetativas. É importante na homogeneidade da implantação da lavoura;
  • Pulverizadores: atuam na proteção e controle a pragas, doenças e plantas daninhas na lavoura, garantindo sua sanidade e expressão do potencial produtivo;
  • Colhedeiras: são responsáveis pela colheita do produto final, permitindo a retirada das plantas do campo, bem como da parte de interesse comercial.

Hoje em dia, também não podemos deixar de falar dos drones e aviões que assumem cada vez mais importância nas tarefas agrícolas. Essas máquinas hoje têm função de monitoramento e sensoriamento remoto, além da execução de pulverizações aéreas.

O que levar em conta ao escolher uma máquina agrícola?

Normalmente o custo com maquinários agrícolas é um dos maiores percentuais de investimento de um produtor rural. Por esse motivo, a escolha pela compra de uma máquina deve ser bastante criteriosa.

Abaixo listamos pontos importantes que o produtor deve se atentar ao escolher uma máquina agrícola:

  • Tamanho e características da propriedade: os fatores como área da propriedade, tipo de solo e relevo são importantes para definir as características do maquinário, como altura, peso, potência, dentre outros;
  • Culturas a serem plantadas: muitos maquinários são específicos para algumas culturas, principalmente as plantadeiras e colhedeiras. Dessa forma, o produtor deve buscar máquinas que se adequem às suas necessidades.
  • Características do maquinário: é importante observar alguns detalhes técnicos das máquinas antes da decisão da compra. Alguns importantes são a potência, o torque, a tração, o tipo de transmissão, tipo de chassi, motor, consumo de combustível, tecnologia embarcada e condições da cabine;
  • Disponibilidade de mão-de-obra: muitas vezes pode não ser viável comprar um maquinário moderno em um momento específico se a mão de obra disponível na propriedade ou região não for apta para operá-lo;
  • Custos de operação e depreciação: muitas vezes os gastos com manutenção e operação podem ser altos e devem ser levados em conta na escolha da máquina, de acordo com o planejamento de custo de produção da fazenda. A depreciação do bem também deve ser levada em conta;
  • Capacidade de investimento: o produtor deve ter em mente qual a sua capacidade de investimento e a forma de pagamento, pois isso pode limitar as opções de escolha e compra de máquinas;
  • Retorno do investimento: o produtor deve levar em conta se a compra da máquina irá agregar valor a sua produção e em quanto tempo o maquinário será pago através desse valor agregado e no aumento do lucro. 

Quais os preços das máquinas agrícolas?

Os preços de máquinas agrícolas são bastante variáveis e dependem muito se o maquinário é novo ou usado. Além disso, outras características que definem o preço do maquinário são:

  • Tamanho e potência;
  • Ano de fabricação;
  • Características técnicas;
  • Nível de tecnologia;
  • Marca e modelo;
  • Horas de uso e estado de manutenção, no caso de máquinas usadas.

Para base de informação, existem máquinas agrícolas novas na faixa de 30 mil reais, sendo que as de maior tecnologia e potência podem passar de 7 milhões de reais. Por isso não é viável trazermos preços específicos de equipamentos, já que isso vai depender da necessidade e capacidade de investimento do produtor.

Quais as principais formas de se adquirir máquinas agrícola?

Por ser um bem de preço elevado, principalmente em caso de compra de maquinários novos, o empresário rural deve planejar a melhor forma de aquisição do maquinário. As formas mais comuns são:

  • Pagamento à vista: se for uma máquina de alto custo, o produtor deve avaliar se o pagamento à vista é uma opção, uma vez que isso pode diminuir a capacidade de investimento em outros bens necessários à boa condução de sua atividade;
  • Financiamento: nessa modalidade, a compra é feita por uma entrada e parcelas subsequentes, o que pode auxiliar a diluir o preço da máquina e seu uso já gerar renda para o pagamento das parcelas posteriores;
  • Consórcio: a modalidade de consórcio é uma opção para quem planeja comprar uma máquina no longo prazo, pois o maquinário não estará disponível no momento do investimento inicial. Essa é uma boa opção para troca futura ou modernização da frota da fazenda.
Controle e acompanhe a manutenção das máquinas da sua fazenda

Conclusão

Hoje em dia as operações nas lavouras são praticamente todas feitas utilizando maquinários e o produtor precisa dessas ferramentas para uma boa condução de suas lavouras e para potencializar a produção e o lucro.

Porém, o produtor deve ser cuidadoso e criterioso ao investir em máquinas agrícolas pois o custo é bastante elevado. Dessa forma, ele deve levar em consideração diversos fatores e decidir se é o melhor momento para compra de uma máquina nova ou se deve optar por uma usada, ou ainda, se é mais rentável contratar o serviço de máquina terceirizado.

Esse tipo de decisão deve ser tomado baseado na gestão da propriedade e no balanço financeiro e previsão de custos e ganhos no curto e longo prazo.

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Economizar combustível na fazenda: Veja algumas dicas

Economizar combustível na fazenda por ser um desafio para muitos produtores rurais, veja dicas valiosas de como gerar economia de combustíveis em sua lavoura

A vida do agricultor brasileiro enfrenta desafios consideráveis, sendo os custos de produção um dos principais pontos de preocupação. 

O aumento nos valores dos insumos e dos combustíveis contribuiu para que esses custos atingissem patamares históricos e economizar combustível tornou-se uma pauta importante nas lavouras.

Em março, a Petrobras anunciou um significativo aumento, elevando o preço do diesel em 25%, da gasolina em 19%, e do gás de cozinha em 16%, esses valores viram em função dos meses.

A justificativa central para esse reajuste foi a valorização do barril de petróleo no mercado internacional, impulsionada pela tensão gerada pela guerra entre Rússia e Ucrânia e outros fatores internos.

Diante desse cenário desafiador, a eficiência no uso de combustível torna-se uma preocupação constante na gestão agrícola, não apenas como forma de alcançar economias financeiras, mas também como prática sustentável. 

Nesse sentido, este artigo abordará diversas questões relacionadas a estratégias para economizar combustível na fazenda, respondendo a perguntas fundamentais e oferecendo insights para otimizar o consumo de combustível no ambiente agrícola.

Vem com a gente entender um pouco mais!

Velocidade eficiente para economizar combustível. Qual a ideal na fazenda?

A velocidade de operação é um fator crucial para determinar o consumo de combustível em máquinas agrícolas. Em geral, a eficiência energética tende a ser maior em velocidades mais baixas. Manter uma velocidade constante e moderada, ajustada de acordo com o tipo de operação, é fundamental para otimizar o desempenho e economizar combustível.

Estudos indicam que a faixa ideal de velocidade para muitas operações agrícolas está entre 5 e 8 km/h. Velocidades excessivamente altas podem aumentar a resistência do ar e, consequentemente, o consumo de combustível. Assim, ajustar a velocidade de acordo com a atividade desempenhada pode resultar em ganhos significativos para economizar combustível.

Economizar na prática

Diversos fatores influenciam diretamente no consumo de combustível em maquinário agrícola. Entre eles, destaca-se a manutenção adequada dos equipamentos. Máquinas bem ajustadas, com motores regulados e sistemas de combustão eficientes, consomem menos combustível.

O uso de tecnologias modernas também contribui para economizar combustível. Implementar sistemas de monitoramento de desempenho, como GPS e sensores de eficiência, permite um controle mais preciso das operações, otimizando o uso de combustível.

Além disso, a escolha de implementos e máquinas mais eficientes e com tecnologias voltadas para a economia de combustível pode representar um investimento estratégico a longo prazo.

Economizar diesel de forma pontual

Para economizar diesel na fazenda, é essencial adotar práticas que maximizem a eficiência operacional. Algumas medidas práticas incluem:

  • Manutenção regular: programar e realizar manutenções preventivas e corretivas de acordo com as recomendações do fabricante é crucial para garantir o bom funcionamento dos motores e demais componentes.
  • Calibração de pneus: pneus mal calibrados podem aumentar a resistência ao rolamento, impactando negativamente no consumo de combustível. Manter a pressão adequada dos pneus é uma prática simples, mas eficaz.
  • Treinamento de operadores: educar os operadores sobre a importância de práticas eficientes, como evitar acelerações bruscas e manter velocidades moderadas, pode contribuir significativamente para economizar combustível.
  • Monitoramento de combustível: utilizar sistemas de monitoramento para acompanhar o consumo de combustível em tempo real permite identificar padrões e oportunidades de melhoria.

Quantos litros de diesel gasta por hectare?

O consumo de diesel por hectare varia consideravelmente dependendo do tipo de cultura, do equipamento utilizado e das práticas agrícolas específicas. No entanto, é possível fazer estimativas com base em dados médios.

Em média, tratores agrícolas consomem de 10 a 20 litros de diesel por hectare. Essa variação ocorre devido a diversos fatores, como a potência do trator, a profundidade de aração, a velocidade de operação e o tipo de solo. Culturas que exigem mais operações de preparo do solo podem ter um consumo maior.

A utilização de práticas de agricultura de precisão, como a delimitação exata das áreas a serem tratadas, pode contribuir para a redução desses valores, evitando desperdícios em áreas desnecessárias.

7 dicas para economizar combustível na fazenda

Dicas para economizar combustível ao dirigir:

  1. Mantenha uma velocidade constante:

Evite oscilações com acelerações e frenagens bruscas, pois isso aumenta o consumo de combustível. Em áreas urbanas, adapte a prática para evitar excesso de acelerações.

  1. Troque as marchas na rotação correta:

Em veículos manuais, troque as marchas de acordo com a rotação do motor. Ignorar essa prática pode resultar em aumento no consumo. A regra básica inclui velocidades específicas para cada marcha.

  1. Evite acelerações e frenagens desnecessárias:

Acelerar ou frear com intensidade desnecessária, além de perigoso, aumenta o consumo. Uma condução suave contribui para uma maior economia, especialmente em ambientes urbanos.

  1. Abandone o hábito de “aquecer o motor”:

O antigo hábito de aquecer o motor antes de partir deve ser abandonado, pois aumenta o consumo e acelera o desgaste de componentes.

  1. Mantenha as janelas fechadas na estrada:

A posição das janelas afeta a aerodinâmica do veículo. Manter as janelas fechadas reduz o esforço necessário para o deslocamento, contribuindo para a economia de combustível.

  1. Evite o uso excessivo do ar condicionado:

O ar condicionado sobrecarrega o motor, aumentando o consumo de combustível. Use-o conscientemente, especialmente em dias mais quentes, equilibrando conforto e eficiência.

  1. Zere o hodômetro após encher o tanque:

Zerar o hodômetro após abastecer permite monitorar o consumo de combustível, fornecendo informações precisas sobre a eficiência do veículo ao longo do tempo.

Dica prática para economizar

A chave para a produtividade e preservação das máquinas agrícolas é seguir as orientações do manual do usuário, utilizar programas e potências conforme recomendado, manter a manutenção regular e optar por produtos de qualidade. 

Essas práticas otimizam a vida útil do maquinário, garantindo sua melhor produtividade. Empresas renomadas, reconhecidas pela qualidade e tradição em alta tecnologia, oferecem soluções eficientes. 

Kit de gestão do maquinário da fazenda

Conclusão

Economizar combustível na fazenda é uma prática que beneficia tanto a sustentabilidade financeira quanto a ambiental. A atenção a detalhes, como a velocidade de operação, a manutenção adequada e o uso de tecnologias eficientes, são passos essenciais para alcançar esse objetivo. 

Além disso, a conscientização e o treinamento dos operadores desempenham um papel crucial na promoção de práticas sustentáveis.

Ao implementar estratégias que visam a eficiência energética, os agricultores não apenas reduzem custos operacionais, mas também contribuem para a preservação dos recursos naturais. 

A busca contínua por inovações e a adoção de boas práticas agrícolas são fundamentais para enfrentar os desafios presentes e futuros, garantindo uma agricultura mais sustentável e econômica.

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Plantio mecanizado: Tecnologias que estão ajudando o setor

Plantio mecanizado: as principais técnicas, novas tendências e seus benefícios ao agronegócio.

O ciclo de produção agrícola é baseado em uma sequência de atividades dos mais diversos tipos, que incluem:

Todas essas etapas são muito importantes e algumas tendem a ser mais bem preparadas e executadas de maneira mais cuidadosa pelo produtor.

Por muito tempo, o plantio foi deixado de lado, como atividade menos importante, porém, isso tem mudado bastante atualmente, principalmente com o advento de novos maquinários agrícolas e o entendimento da importância dessa operação.

A evolução da tarefa de plantio tem sido muito grande nos últimos anos, com avanços trazidos pelo plantio mecanizado. Porém, por muito tempo as principais técnicas de plantio foram manuais ou semimecanizadas.

Nesse artigo discutiremos o plantio mecanizado, bem como suas principais técnicas, seus funcionamentos, as novas principais tendências e como isso pode beneficiar o agronegócio

Diferença entre plantio e semeadura

Há uma certa confusão entre os termos plantio e semeadura que nem sempre é bem esclarecido no meio rural. A definição mais correta para cada um deles é a seguinte:

  • Semeadura: a técnica de iniciar uma nova lavoura pelo meio do enterrio e cobertura de sementes. São exemplos de semeaduras as culturas de soja, milho, trigo, arroz, feijão, pastagens;
  • Plantio: o plantio é a técnica de formar lavouras por meio da inserção do solo de partes vegetativas da planta (toletes, colmos, etc), ou de mudas pré-formadas. São exemplos de plantio as culturas do café, da cana, as frutíferas.

Porém, é muito comum se usar a palavra plantio para a etapa de início de uma lavoura anual ou perene, pela inserção no sistema do solo das partes que darão origem a uma nova planta.

Nesse artigo utilizaremos o termo plantio como geral, tanto para sementes, como para plântulas (mudas) ou partes vegetativas.

Quais os tipos de plantio?

Há basicamente 3 tipos de plantio:

  • Plantio manual: ocorre em sua totalidade feito por mão-de-obra humana, manualmente, onde todos os processos de abertura do sulco ou cova, a inserção do material vegetal e cobertura com solo é feita através das mãos;
  • Plantio semimecanizado: é um misto entre o uso manual e mecanizado. Nesse caso, há uso de algum equipamento para plantio mecanizado, ou para abertura das covas ou sulcos;
  • Plantio mecanizado: nesse caso toda a operação é feita através de máquinas, com intervenção humana apenas na condução dos maquinários.

Hoje em dia, o plantio manual já é bastante raro nos plantios de longa escala. Já o plantio semimecanizado ainda acontece muito em culturas perenes plantadas através de mudas ou toletes.

O plantio mecanizado, por sua vez, é bastante comum nas lavouras anuais de grãos, apesar de ser cada vez mais comum em plantios de mudas também.

Vantagens do plantio mecanizado

O uso de máquinas cada vez mais modernas traz inúmeras vantagens ao produtor durante o plantio, se comparado aos plantios manual e semimecanizado. Algumas dessas vantagens são:

  • Menor necessidade de mão de obra;
  • Maior precisão, principalmente em sistemas com georreferenciamento;
  • Menor retrabalho e uso de combustível;
  • Maior rendimento em área plantada;
  • Homogeneidade no cultivo e diminuição de falhas;
  • Capacidade de inclusão de tratamentos de sulco e fertilização na mesma ação;
  • Menor risco de acidentes.

Por que o plantio é importante?

No plantio o produtor irá começar a definir a real produção de sua lavoura. Um plantio bem executado visa dar condições da lavoura de atingir o teto produtivo do material genético escolhido.

Nessa etapa são definidas várias características importantes da lavoura, que definirão sua produtividade. São elas:

  • Número de plantas por área e estande inicial: um processo de plantio bem executado propicia uma alta porcentagem de germinação, emergência de plantas e de sobrevivência de mudas de alto vigor. Isso define o número de plantas por área, um dos definidores da propriedade.
  • Cobertura vegetal e capacidade de fechamento de linhas: esse parâmetro é importante no aproveitamento mais eficiente da área, no controle de plantas daninhas, na entrada de maquinários.
  • Capacidade de interceptação de luz solar: esse parâmetro é muito importante para a definição da cobertura da área do solo para maior interceptação de luz, fotossíntese e acúmulo de biomassa.
  • Produtividade: todos esses parâmetros definem ou potencializam a maior produção por área.

Quais as principais tendências modernas para melhorias no plantio?

Existem um número de avanços, incorporados aos novos maquinários ou não, que têm auxiliado na modernização da agricultura e da tarefa de plantio. Abaixo trazemos algumas delas:

  • Georreferenciamento: as máquinas georreferenciadas permitem acompanhamento do plantio e evitam replantio em áreas já plantadas ou falhas de plantio em áreas de mais difícil acesso;
  • Telemetria: são as medições feitas por sensores conectados à máquina que permitem verificar índices de eficiência como velocidade atual e média de plantio, taxa de plantio, variação entre áreas, etc;
  • Sensoriamento remoto: permite a avaliação prévia de áreas por meio de imagens aéreas que permitem verificar problemas físicos ou de infestação de pragas, doenças ou plantas daninhas, prévias ao plantio;
  • Plantio diferencial: permite que as máquinas agrícolas se adequem à declividade e façam um plantio mais homogêneo em termos de distância entre plantas e linhas, profundidade de plantio, cobertura da semente/tolete, distribuição de fertilizantes.
Plantadeira automática fazendo plantio mecanizado de café
Exemplo de plantadeira automática para plantio mecanizado de café
(Fonte: TNonline)

Parcerias Aegro para aperfeiçoamento do plantio mecanizado

O Aegro tem trazido cada mais soluções para auxiliar o produtor, através dos benefícios da digitalização da agricultura.

A plataforma Aegro Máquinas tem integração com duas fabricantes de máquinas agrícolas, John Deere e Stara, além da plataforma de georreferenciamento e ferramentas de clima da Climate Field View.

Essa plataforma dá acesso a muitos dados de diversas atividades, de maneira automática e sendo necessidade de digitação. Eles aparecem em forma cronológica, específicos para a safra escolhida.

Em cada atividade, você visualiza os seguintes dados:

  • Tipo de operação: plantio, aplicação, colheita ou outra;
  • Nome da área, conforme cadastrada no FieldView™, John Deere ou Stara;
  • Horário de início e término da atividade;
  • Mapa do talhão onde foi realizada a atividade;
  • Área realizada;
  • Máquina que realizou a atividade;
  • Insumos utilizados na atividade.
Kit de gestão do maquinário da fazenda

Conclusão

A necessidade de profissionalismo e eficiência em todas as etapas do processo de produção agrícola é cada vez maior. Isso se dá pelo fato de que os riscos à atividade agrícola estão cada vez mais altos e a margem de lucro, cada vez menor.

Priorizar um plantio eficiente e com o mínimo de falhas é um dos pilares para altas produtividades. Isso dá ao produtor uma maior segurança no retorno de seu investimento e maiores chances de sucesso econômico na atividade.

Hoje existem diversas tecnologias para o plantio mecanizado que permitem alta eficiência no processo, seja na semeadura de sementes ou no plantio de mudas ou partes vegetativas. O Aegro entrega soluções inovadoras em parceria com a Stara e a John Deere para maior monitoramento e qualidade das atividades na propriedade.

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“Agricultura inteligente: 6 tecnologias que podem auxiliar sua fazenda”

“Como uma boa gestão de máquinas agrícolas pode diminuir seus custos de safra”

“Guia completo de manutenção de máquinas agrícolas + planilha grátis”

“6 recursos do Aegro que vão te ajudar durante o plantio”

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Aviação agrícola: saiba como ela pode beneficiar sua fazenda

Aviação agrícola: entenda que atividades são realizadas e os benefícios agrícolas e econômicos para o seu negócio.

O agronegócio investe em maquinários capazes de diminuir custos ao produtor, aumentar a eficiência e qualidade das aplicações de insumos e proporcionar um aumento de produtividade. Nesse cenário, uma das novas tecnologias que vêm crescendo no mercado é a aviação agrícola.

Utilizada em lavouras de cana-de-açúcar, soja, milho, algodão, café e florestais, a aviação agrícola serve para a aplicação de fertilizantes e defensivos (químicos ou biológicos) e para a semeadura de pastagens.

Neste artigo, você verá como a aviação agrícola pode influenciar e ser vantajosa no manejo da lavoura. Boa leitura!

Aviação agrícola: o que é?

A aviação agrícola é uma tecnologia que beneficia a produção de alimentos, fibras, biocombustíveis e grãos ao agilizar a aplicação de fertilizantes, defensivos e semeadura de pastagens.

De acordo com o Decreto nº 86.765/1981, o Ministério da Agricultura é responsável por propor a política para o emprego da aviação agrícola, coordenando, orientando, supervisionando e fiscalizando estas atividades: emprego de defensivos e fertilizantes, semeadura, povoamento de águas e combate a incêndios em campos ou florestas.

A aviação agrícola teve um crescimento de 3,4% no Brasil em 2021, chegando a 2.432 aeronaves, sendo 2.409 aviões e 23 helicópteros. Mato Grosso (MT) é o estado que lidera essa atividade, seguido por Rio Grande do Sul (RS), São Paulo (SP) e Goiás (GO).

Vale ainda ressaltar a Portaria Mapa nº 298/2021, que estabelece “regras para operação de aeronaves remotamente pilotadas – ARP’s destinadas à aplicação de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes”. Os dados registrados são data e hora do início e término de aplicação, altura do voo, dados meteorológicos do momento da aplicação, tipo de atividade e outros, para fins de fiscalização.

Antes de qualquer aplicação de produtos agrícolas, é importante consultar um profissional (como o engenheiro agrônomo) para a recomendação dos produtos corretos.

Após o abastecimento do avião com o produto e o estudo da área, o piloto realiza a aplicação em diversos voos rasantes.

Lembre-se: além de consultar um profissional qualificado para uma aplicação adequada, é importante que o piloto da aeronave possua licenças especiais para a aviação agrícola. O piloto precisa ser registrado no Sipeagro.  

Quando utilizar a aviação agrícola?

Semeadura

Nas pastagens, a semeadura de braquiária, azevém, aveia e trevo ocorre com rapidez e uniformidade utilizando esse modo de aplicação.

Controle de pragas

A agilidade de aplicação também é um diferencial para o controle de pragas. A aeronave realiza em poucas horas o que maquinários terrestres levariam dias, dependendo da área, para realizar o trajeto completo. Com isso, o tempo de ataque da praga diminui e, consequentemente, os prejuízos na lavoura.

Outras atividades realizadas

Inspeções, mapeamentos, sensoriamento remoto, adubação, controle de doenças e ervas daninhas, dentre outros.

Importante: na agricultura, silvicultura e pecuária, o avião agrícola precisa sobrevoar de 3 a 5 metros acima da vegetação. O risco de acidentes aumenta se esse limite não for respeitado.

Culturas atendidas no Brasil pela aviação agrícola

Atualmente, a aviação agrícola é mais utilizada na cultura da soja, com mais de 8,1 milhões de hectares (Mha) plantados atendidos por essa tecnologia. 

A seguir vêm cana-de-açúcar (Mha), milho (1,6 Mha), arroz (0,8 Mha), algodão (0,42 Mha) e laranja (0,27 Mha). No total, a aviação agrícola cobre 13,6 milhões de hectares no Brasil.

Em relação à pulverização, a soja também é a cultura que mais utiliza a aviação agrícola, com 41 milhões de hectares pulverizados, seguida por cana-açúcar (12,5 Mha) e milho (7 Mha).

Aviação agrícola em áreas atendida e pulverizada
Área cultivada atendida e área pulverizada pela aviação agrícola no Brasil em 2013/14.
(Fonte: Jounals OpenEdition)

Essa diferenciação entre área cultivada atendida e área pulverizada se deve ao fato de a aeronave realizar mais de uma pulverização em uma mesma área.

Sendo assim, nessas culturas, são realizadas cinco aplicações por safra, em média.

A soja é principalmente cultivada nos estados de Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, enquanto a cana-de-açúcar é predominante em São Paulo e Minas Gerais e o arroz, na região sul do Brasil, onde maquinários terrestres apresentam dificuldades para o manejo do arroz irrigado.

Quais as vantagens da aviação agrícola?

Como dito anteriormente, a rapidez de aplicação é um diferencial da aviação agrícola. Mas a atividade proporciona outros benefícios. Confira:

Flexibilidade e qualidade

O agricultor vivencia alguns entraves quando utiliza máquinas terrestres. Ele fica impossibilitado de qualquer aplicação após chuvas ou irrigação, por exemplo, por dificuldade de mover essas máquinas sobre o solo molhado.

Além disso, a aeronave não causa compactação no solo e disseminação de doenças e pragas, como ocorre com máquinas terrestres.

Eficiência e uniformidade

Durante o voo, a aeronave mantém praticamente a mesma velocidade e usa sistemas controladores automáticos de vazão, o que proporciona maior uniformidade de aplicação. 

Redução de custos

Um avião pode percorrer 90 hectares ao longo de uma hora, enquanto um trator pode realizar o mesmo trabalho por apenas 25 hectares. Essa rapidez de aplicação diminui gastos com trabalhadores e aluguel de maquinários, além de reduzir o uso de combustível.

Impacto ambiental

Com o avanço de estudos direcionados à aviação agrícola, bicos de pulverização de agrotóxicos são desenvolvidos para menor deriva, o que diminui a contaminação dos ambientes naturais.

Desvantagens

Apesar dos benefícios expostos neste artigo, é importante que o agricultor respeite as condições ambientais necessárias para a aviação agrícola: 

  • umidade relativa do ar mínima de 50%;
  • ventos com velocidade entre 3 e 10 km/h;
  • e temperatura máxima de 30ºC

Assim, há redução do risco de deriva e contaminação do ambiente próximo. 

A pulverização aérea causa o deslocamento de 49% e 19% dos agrotóxicos para o solo e outras áreas, respectivamente. Apenas 32% ficam retidos nas plantas. Por isso, o manejo correto é essencial.

Kit de gestão do maquinário da fazenda

Conclusão

A demanda pela aviação agrícola só tende a aumentar nos próximos anos, principalmente as pilotadas remotamente, pelo impacto relevante dos seus benefícios.

É necessário que profissionais especializados recomendem os produtos agroquímicos e as doses adequadas dos insumos, para que a lavoura não seja prejudicada as áreas naturais ao redor da plantação tenham menor risco de contaminação. Além de pilotos com licenças para o uso de aviação agrícola, respeitando as obrigatoriedades da legislação vigente.

Já sabia da importância da aviação agrícola para o agronegócio? Aproveite para compartilhar este artigo com sua equipe e assine a nossa newsletter!

Como uma boa gestão de máquinas agrícolas pode diminuir seus custos de safra

Gestão de máquinas agrícolas: saiba como uma boa organização te ajuda a aumentar a eficiência e durabilidade dessas ferramentas

As máquinas agrícolas são ferramentas indispensáveis para quem produz. Através delas a agricultura mundial conseguiu enormes avanços em termos de área plantada e produtividade.

Elas permitem maior flexibilidade no campo, execução de tarefas em tempo reduzido, padronização e diminuição de custos de mão de obra. 

Assim como qualquer ferramenta, elas precisam estar preparadas e reguladas para sua função. Isso diminui as chances de erros e perdas relacionadas a esses erros. Para isso, a gestão da frota de uma propriedade é crucial para o bom rendimento do trabalho.

Nesse artigo, veja quais são os benefícios de uma boa gestão de máquinas agrícolas e como fazer esse processo. Aproveite a leitura.

O que é gestão de máquinas e implementos agrícolas?

O termo gestão significa o ato de administrar recursos, pessoas ou qualquer objeto. Em um negócio com margens de lucro cada vez mais apertadas e riscos cada vez maiores, uma boa gestão é a diferença entre o sucesso e o fracasso do empreendedor rural.

A gestão de máquinas é uma das mais importantes para a segurança do produtor. A gestão de máquinas envolve a organização dos maquinários visando o seu uso mais eficiente, com maior retorno e menor custo possível.

Qual a importância da gestão de máquinas?

O maquinário equivale a cerca de 40% dos custos de produção no setor agrícola. Além disso, a depreciação de máquinas acontece rapidamente, o que requer ainda mais cuidado.

Esses valores tendem a ser ainda maiores no futuro, uma vez que as máquinas estão apresentando cada vez mais tecnologias modernas. O objetivo é garantir uma maior automação agrícola e a sustentabilidade da fazenda.

Além dos custos e depreciação, as máquinas agrícolas podem impactar e gerar perdas em outras etapas do processo produtivo. Como exemplo, podemos citar:

  • Gasto de combustível e peças: uma máquina mal regulada tem custos com abastecimento muito maior, além da necessidade de trocas de peças com muito mais frequência que uma máquina bem regulada;
  • Perdas diretas de produtividade: uma colheitadeira que não esteja funcionando corretamente pode causar perdas de produto na colheita ou dano ao produto final, como quebra de grãos;
  • Indisponibilidade e atraso no manejo: uma máquina quebrada pode atrasar etapas importantes do manejo da cultura agrícola. Isso pode causar perdas de produtividade por atraso do preparo de solo e plantio, falta de controle de doenças/pragas, manejo de adubação, e colheita tardia, por exemplo.

A gestão de máquinas agrícolas é importante por diversos motivos. Por exemplo, mais eficiência e qualidade do serviço, diminuição de perdas, menor depreciação, maior capacidade de manejo e menores custos de produção.

Além disso tudo, é claro, essa gestão diminui a necessidade de manutenção corretiva das máquinas.  Além da importância desse processo, vale a pena ficar de olho nos principais benefícios da gestão de máquinas. Dentre eles, podemos citar:

  • Lavouras bem manejadas e com maior capacidade de produção;
  • Operações executadas em menor tempo e no momento ideal do ciclo da cultura;
  • Menor gasto de combustível e diminuição do retrabalho;
  • Maior flexibilidade para solução de situações inesperadas durante a safra;
  • Capacidade de planejamento e execução das atividades com maior assertividade;
  • Maior área de cobertura por cada máquina dentro da propriedade.

Como fazer a gestão da frota?

Dependendo do tamanho da propriedade e da quantidade de máquinas, recomenda-se ter uma equipe específica de gestão de frota agrícola. Porém, nem sempre isso é possível.

Muitas propriedades ainda utilizam métodos mais antigos de gestão, como anotações físicas em cadernos. Porém, esses métodos são de baixo rendimento e podem gerar problemas e indisponibilidade de máquinas por erro humano ou baixa capacidade de avaliação de dados.

Planilhas também podem ser usadas nesse processo. Por isso, separamos para você um kit de gestão do maquinário agrícola, que conta com duas planilhas, um e-book e vídeos. Clique na imagem abaixo para acessar:

Hoje em dia, o uso de softwares de gestão de máquinas e estoques já é uma realidade e aumenta a eficiência desse processo. Essas ferramentas trazem alertas ao responsável e auxiliam na organização do fluxo de informação e das próprias máquinas na propriedade.

Apesar do maquinário ser normalmente robusto, muitas máquinas requerem cuidados especiais que devem estar inclusos nas atividades planejadas no programa de gestão de máquinas agrícolas. Veja alguns desses pontos a seguir.

Monitoramento da necessidade de manutenção 

As manutenções preditivas e preventivas aumentam a vida útil da máquina e evitam a necessidade de trocas de peças por quebra e mal uso. Além disso, elas diminuem a necessidade de manutenções corretivas que impedem as máquinas de executar suas tarefas.

Ou seja: uma boa manutenção através de ações estratégicas diminui os custos. Para isso, é necessário ficar de olho nos principais pontos de manutenção, como:

  • checar periodicamente o nível de água no radiador e o nível de combustível;
  • conferir óleo da correia, do motor e outros pontos de lubrificação da máquina;
  • conferir com frequência os sistemas elétricos;
  • verificar a pressão, conservação e manutenção dos pneus.
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Limpeza das máquinas antes e depois da operação agrícola

Apesar de fazerem parte do checklist de manutenção de máquinas, a limpeza muitas vezes é deixada de lado por ser tratada como uma atividade secundária. Entretanto, uma boa limpeza garante que as máquinas continuem funcionando devidamente.

Condições ideais de armazenamento 

Os galpões de armazenamento necessitam de condições ótimas para armazenamento das máquinas quando estão fora de operação. Isso diminui a chance de problemas e diminui a depreciação.

Previsão de uso

A gestão de máquinas deve incluir também a previsão de época de uso, bem como das horas de uso durante o calendário agrícola. Isso permite uma melhor organização dos trabalhos e garantia da disponibilidade das máquinas no momento de necessidade.

Controle de estoque de peças e de consumo de combustível

Ao prever o número de horas de uso da máquina na propriedade ao longo do ano agrícola, você consegue estimar a necessidade de estoque de peças. Isso sobretudo das peças que precisam de trocas programadas ou mesmo para manutenções corretivas.

Além disso, controlar o estoque e o consumo de combustível também faz parte de uma boa gestão do maquinário. Afinal, esse é um item indispensável para o funcionamento da frota, e é necessário ficar de olho nas quantidades e na necessidade de reposição

Atualizações de softwares e sistemas

Hoje em dia, a gestão de máquinas deve também incluir a verificação e atualização das ferramentas de navegação e de agricultura de precisão. Elas já estão presentes nos maquinários mais modernos.

Facilite a gestão de máquinas com Aegro

Agora que você já sabe como fazer a gestão do maquinário, pode pensar em como simplificar e tornar essa atividade mais prática.

Com o Aegro, você pode controlar a quantidade de combustível utilizado, vinculando o custo do combustível às safras e observando o quanto gastou em cada uma.

Além de registrar o abastecimento das máquinas e veículos, também é possível incluir a depreciação das máquinas, inserir um custo de hora máquina e as datas de manutenção dos equipamentos. Ainda, você pode programar alertas para as próximas manutenções.

Assim você mantém o bom funcionamento e aumenta a vida útil do maquinário. 

Essas informações geram relatórios para auxiliar na gestão do maquinário, como o Relatório de consumo e eficiência de máquinas e veículos. 

Ele fornece dados dos eventos das máquinas para você comparar o consumo e gastos das máquinas, além de facilitar para que sejam encontradas possíveis falhas ou falta de registro. 

Conclusão

As máquinas agrícolas são cada vez mais importantes dentro da propriedade rural. Seus níveis de tecnologia, assim como seus preços, estão em constante aumento. Isso causa uma maior necessidade de gestão de suas condições e do planejamento de uso.

Ter pessoas capacitadas através de cursos de manutenção, operação e gestão de máquinas agrícolas é fundamental. Assim, você consegue atingir maior potencial de produtividade e alcançar maior retorno sobre o investimento feito no seu negócio rural.

Para garantir uma gestão eficiente, não deixe de contar com a tecnologia. Assim, é possível evitar erros e falhas no processo.

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