Alimentos transgênicos: Segurança, produção e impacto na agricultura

Os alimentos transgênicos são cultivados em mais de 70 países e representando uma parcela significativa da produção agrícola global. 

No Brasil, segundo maior produtor de transgênicos do mundo, essas culturas cobrem milhões de hectares e impulsionam o setor agrícola, garantindo produtividade e competitividade no mercado internacional. 

Segundo dados do Ministério da Saúde, a regulamentação e fiscalização desses alimentos são rigorosas, com testes que avaliam sua segurança antes da comercialização.

Apesar dos avanços tecnológicos e dos benefícios produtivos, os transgênicos ainda geram debates.

Questões como os impactos na biodiversidade, a dependência de sementes patenteadas e os riscos econômicos para pequenos produtores são amplamente discutidos. 

Além disso, na segurança alimentar divide opiniões, pois enquanto alguns defendem que essas culturas são essenciais para combater a fome, outros argumentam que a desigualdade na distribuição de alimentos é o verdadeiro problema.

O que são alimentos transgênicos?

Os alimentos transgênicos são aqueles que passaram por modificações genéticas em laboratório com a introdução de genes de outros organismos. 

Essas alterações conferem características específicas, como resistência a pragas, tolerância a herbicidas e maior valor nutricional

A modificação do alimento é feita inserindo genes de outras espécies (bactérias, vírus ou mesmo outras plantas) no DNA do organismo original.

Um exemplo comum é a soja transgênica, modificada para resistir a herbicidas, permitindo um controle melhor de plantas daninhas sem prejudicar a cultura. Outro exemplo é o milho Bt, que contém um gene de bactéria que o torna resistente a algumas pragas.

Pessoa vestindo jaleco branco aplicando uma substância com uma seringa em uma maçã verde, ilustrando os alimentos trangênicos.
Figura 1. Produção de alimentos transgênicos. Créditos: UOL (2023).

Como são produzidos os alimentos transgênicos?

A produção de transgênicos envolve técnicas de engenharia genética que permitem a inserção de genes específicos em plantas e microrganismos. O processo costuma incluir:

  • Identificação do gene de interesse: Seleção de características desejadas, como resistência a doenças;
  • Transferência do gene: Inserção do material genético na planta, por meio de vetores biológicos ou técnicas como biobalística;
  • Multiplicação das células modificadas: Desenvolvimento de novas plantas a partir das células modificadas;
  • Testes e regulamentação: Avaliação da segurança alimentar e ambiental antes da comercialização.

Alimentos transgênicos no mundo e no Brasil

Os transgênicos são cultivados em mais de 70 países. O Brasil é o segundo maior produtor mundial, atrás apenas dos Estados Unidos. 

No país, as culturas geneticamente modificadas mais comuns incluem:

  • Soja transgênica: Principal produto agrícola exportado pelo Brasil.
  • Milho transgênico: Cultivado para ração animal e produção de alimentos industrializados.
  • Algodão transgênico: Além da fibra têxtil, a semente é usada na fabricação de óleo comestível.
  • Cana-de-açúcar transgênica: Modificada para resistir a pragas e melhorar a produtividade.

Alimentos transgênicos fazem mal?

Estudos conduzidos por organizações como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) indicam que os alimentos transgênicos comercializados são seguros para o consumo humano. 

A ingestão de DNA modificado não representa risco, pois o material genético é degradado no processo digestivo, assim como acontece com alimentos convencionais.

Segurança alimentar e os alimentos transgênicos

A segurança alimentar envolve dois aspectos principais: food safety, relacionado à ausência de contaminantes químicos, biológicos ou físicos nos alimentos, e food security, que trata da garantia de acesso à alimentação adequada. 

Os transgênicos são frequentemente mencionados como uma solução para o problema da fome global, pois permitem maior produtividade e resistência das lavouras. 

No entanto, alguns especialistas argumentam que o problema da fome está mais ligado à desigualdade na distribuição dos alimentos e ao poder aquisitivo das populações vulneráveis do que à produção em si.

Além disso, as modificações genéticas podem trazer benefícios como o Arroz Dourado, enriquecido com vitamina A para reduzir a deficiência nutricional em países subdesenvolvidos. 

No entanto, há questionamentos sobre a dependência de grandes corporações e os impactos ambientais da disseminação dessas culturas.

Grande plantação sendo colhida por várias colheitadeiras vermelhas alinhadas em formato de "V", envolvendo o cultivo de alimentos transgênicos.
Figura 2. Produção nacional de soja transgênica. Créditos: UOL (2023).

Vantagens e desvantagens dos alimentos transgênicos

Os alimentos transgênicos fazem parte da alimentação global há décadas. Segundo o ISAAA (Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações de Agrobiotecnologia), mais de 190 milhões de hectares de lavouras geneticamente modificadas foram cultivados em 29 países em 2022.

No Brasil, por exemplo, mais de 90% da soja e do milho cultivados são transgênicos. Com isso, surgem debates sobre o quanto esses alimentos contribuem para a saúde, o meio ambiente e a economia.

Abaixo separamos algumas das principais vantagens e desvantagens dos alimentos transgênicos. Confira:

Vantagens dos alimentos transgênicos

  • Maior resistência a pragas e doenças, reduzindo o uso de pesticidas;
  • Aumento da produtividade agrícola;
  • Melhoria na qualidade nutricional de alguns alimentos;
  • Possibilidade de cultivo em condições adversas, como solos ácidos e regiões de seca;
  • Redução do custo final dos alimentos.

Desvantagens dos alimentos transgênicos

  • Possível impacto ambiental, como a polinização cruzada com espécies não modificadas;
  • Dependência de grandes empresas para aquisição de sementes;
  • Desenvolvimento de pragas e ervas daninhas mais resistentes a herbicidas;
  • Questões éticas e socioeconômicas envolvendo o monopólio de grandes corporações.
Banner planilha- manejo integrado de pragas

Segurança e regulamentação dos transgênicos

Os alimentos transgênicos passam por rigorosos testes antes de serem liberados para consumo.

No Brasil, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) avalia a segurança dos OGMs e aprova sua comercialização apenas quando há equivalência substancial com produtos convencionais. 

A regulamentação segue padrões internacionais estabelecidos por órgãos como a OCDE, FAO e OMS.

Além disso, a legislação brasileira exige que produtos contendo transgênicos sejam identificados com um triângulo amarelo com a letra “T”, garantindo ao consumidor o direito de escolha.

Qual o impacto dos alimentos transgênicos na economia rural e na agricultura familiar?

A adoção de transgênicos transformou a produtividade agrícola global, aumentando a produção e reduzindo perdas causadas por pragas e doenças.

Mesmo gerando um bom rendimento, seus efeitos na economia rural e na agricultura familiar são complexos e dependem de diversos fatores, como o custo das sementes, o acesso a tecnologia e a estrutura de mercado local.

Para pequenos produtores, os transgênicos aumentam a eficiência e reduzem o uso de defensivos, tornando a lavoura mais rentável, diminuindo custos.

Por outro lado, o alto custo das sementes transgênicas e contratos de uso restritivos, pode dificultar o acesso dos pequenos produtores a essas tecnologias.

Além disso, a concentração do mercado de biotecnologia nas mãos de poucas empresas levanta preocupações sobre a autonomia dos agricultores e a diversidade agrícola.

Já na agricultura familiar, o impacto econômico dos transgênicos varia conforme o contexto regional.

Em países com apoio técnico e acesso a crédito rural, é possível se beneficiar da tecnologia. Já em regiões com menor suporte, a adoção pode ser mais difícil, ampliando a desigualdade no setor agrícola.

Agricultura inteligente: 6 tecnologias para ajudar na fazenda

Agricultura inteligente: saiba o que é e como aumentar sua produtividade, reduzir custos, preservar o meio ambiente e mais!

A agricultura é uma prática milenar que sempre se adaptou às mudanças do mundo e às necessidades da população.

Hoje, com o aumento da população, a escassez de recursos naturais, as alterações climáticas e a competitividade do mercado, os produtores rurais enfrentam novos desafios e oportunidades. 

Para superá-los, é preciso contar com a ajuda da tecnologia, que pode tornar a agricultura mais inteligente, eficiente e sustentável.

Mas o que é agricultura inteligente? E para que serve? Neste artigo, vamos responder essas perguntas e mostrar alguns exemplos práticos de como as tecnologias podem auxiliar o seu agronegócio na gestão e nos processos do dia-a-dia. 

O que é agricultura inteligente?

Agricultura inteligente consiste no uso de diferentes tecnologias digitais e inovações aplicadas ao setor agrícola, com o objetivo de:

  • otimizar os recursos;
  • aumentar a produtividade;
  • melhorar a qualidade;
  • reduzir os custos;
  • preservar o meio ambiente;
  • e agregar valor aos produtos.

A agricultura inteligente faz parte de um movimento maior chamado de Agricultura 4.0, que se refere à quarta revolução industrial aplicada ao campo. 

As tecnologias permitem a coleta, o processamento e a análise de grandes volumes de dados em tempo real sobre as condições do solo, do clima, das plantas e das máquinas. 

Esses dados podem ser usados para monitorar e controlar as operações agrícolas de forma remota e automatizada, além de gerar informações estratégicas para a tomada de decisão baseada em evidências.

Para que serve a agricultura inteligente?

A agricultura inteligente pode ser usada para resolver diversas situações e desafios enfrentados pelos produtores rurais na atualidade, como:

  • Aumentar a produção de alimentos para atender à demanda crescente da população mundial;
  • Reduzir o desperdício de água, energia, fertilizantes, defensivos e outros insumos agrícolas;
  • Melhorar a qualidade e a segurança dos alimentos produzidos;
  • Adaptar-se às mudanças climáticas e aos eventos extremos, como secas, enchentes, geadas e pragas;
  • Diferenciar-se da concorrência e agregar valor aos produtos agrícolas, oferecendo soluções personalizadas e rastreáveis aos consumidores finais.

6 tecnologias que vão auxiliar seu agronegócio

Existem diversas tecnologias disponíveis no mercado que podem auxiliar o seu negócio rural a se tornar mais inteligente. Abaixo, vamos destacar algumas delas:

1. Internet das coisas (IoT)

Internet das coisas (IoT) é uma tecnologia que consiste na conexão de dispositivos e sensores que podem coletar, transmitir e processar dados em tempo real sobre as condições do solo, do clima, das plantas, dos animais e das máquinas. 

Esses dados podem ser usados para monitorar e controlar as operações agrícolas de forma remota e automatizada.

Por exemplo, com a IoT é possível:

  • Instalar sensores no solo para medir a umidade, a temperatura, o pH e os nutrientes disponíveis;
  • Instalar sensores nas plantas para detectar o estágio de desenvolvimento, o estresse hídrico e as doenças;
  • Instalar sensores nas máquinas para verificar o funcionamento, o consumo de combustível e a manutenção;
  • Conectar os sensores a uma rede sem fio que envia os dados para uma plataforma na nuvem ou em um servidor local;
  • Acessar os dados por meio de um aplicativo no celular, no tablet ou no computador;
  • Configurar alertas e ações automáticas, como ligar ou desligar a irrigação, a fertirrigação, o ventilador, o aquecedor, etc.

Benefícios da IoT na agricultura

  • Economia de água, energia e insumos agrícolas, ao ajustar a demanda à oferta;
  • Aumento da produtividade e da qualidade, ao otimizar as condições de cultivo e de criação;
  • Redução dos custos operacionais e de mão de obra, ao automatizar as tarefas rotineiras e reduzir as perdas;
  • Melhoria da gestão e da tomada de decisão, ao ter acesso a dados precisos e atualizados.

2. Inteligência artificial (IA)

A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que consiste na capacidade de máquinas e sistemas de realizar tarefas que normalmente requerem inteligência humana, como reconhecimento de padrões, aprendizado, raciocínio e tomada de decisão. 

A IA pode ser aplicada na agricultura para analisar imagens capturadas por câmeras, drones ou satélites, e identificar espécies de plantas, doenças, pragas, ervas daninhas, entre outros. 

A IA também pode ser usada para prever o potencial de produção, o risco de perdas, as melhores práticas operacionais e as recomendações de manejo.

Por exemplo, com a IA é possível:

  • Usar câmeras instaladas nas máquinas agrícolas para reconhecer as plantas e aplicar defensivos seletivamente, reduzindo o uso de agroquímicos;
  • Usar drones equipados com câmeras para sobrevoar as lavouras e capturar imagens em alta resolução, que podem ser analisadas por algoritmos de IA para detectar anomalias e gerar mapas de variabilidade;
  • Usar satélites para obter imagens em larga escala, que podem ser processadas por IA para estimar a área plantada, o índice de vegetação, a produtividade e o rendimento das culturas;
  • Usar modelos matemáticos baseados em IA para integrar os dados coletados pelos sensores, pelas imagens e por outras fontes, e gerar previsões e simulações sobre o comportamento das plantas, dos animais e do clima;
  • Usar sistemas inteligentes que combinam os dados históricos, os dados atuais e as previsões para fornecer orientações personalizadas aos produtores sobre quando plantar, irrigar, fertilizar, colher, etc.

Benefícios da IA na agricultura

  • Aumento da eficiência e da precisão das operações agrícolas, ao realizar intervenções pontuais e adequadas;
  • Aumento da produtividade e da qualidade, ao monitorar e melhorar o desempenho das culturas e dos rebanhos;
  • Redução dos riscos e das incertezas, ao antecipar problemas e soluções;
  • Melhoria da gestão e da tomada de decisão, ao ter acesso a informações confiáveis e relevantes.

3. Big Data

Big Data é uma tecnologia que consiste no conjunto de técnicas e ferramentas para trabalhar com um grandes volumes de dados. 

É uma área do conhecimento que permite armazenar, organizar, processar e analisar os dados provenientes de diversas fontes, como sensores, imagens, documentos, redes sociais, etc. 

O Big Data também permite extrair insights e conhecimentos a partir dos dados, usando técnicas como mineração de dados, estatística e visualização de dados.

Por exemplo, com o Big Data é possível:

  • Armazenar os dados coletados pelos sensores na nuvem ou em um servidor local;
  • Organizar os dados em bancos de dados relacionais ou não relacionais;
  • Processar os dados usando plataformas como Hadoop ou Spark;
  • Analisar os dados usando ferramentas como R ou Python;
  • Extrair insights usando técnicas como regressão linear ou árvore de decisão;
  • Visualizar os dados usando ferramentas como Tableau ou Power BI;

Benefícios do Big Data na agricultura

  • Aproveitamento dos dados disponíveis para gerar valor;
  • Integração dos dados provenientes de diferentes sistemas e plataformas, facilitando o gerenciamento e a análise das informações;
  • Descoberta de padrões, tendências, correlações e causas a partir dos dados, gerando conhecimento e inteligência para o negócio.

4. Eletrônica embarcada

Eletrônica embarcada é uma tecnologia que consiste no uso de sistemas de sensores e controle instalados nas máquinas agrícolas, como tratores, colheitadeiras e pulverizadores.

Esses sistemas permitem otimizar o uso de insumos e aumentar a eficiência operacional das máquinas, além de integrar-se com outras tecnologias, como GPS, IoT e IA.

Por exemplo, com a eletrônica embarcada é possível:

  • Usar sensores para medir a velocidade, a direção, a posição, a inclinação e a vibração das máquinas;
  • Usar atuadores para controlar a tração, a frenagem, a direção, a suspensão e a transmissão das máquinas;
  • Usar GPS para determinar a localização exata das máquinas e realizar o guiamento automático ou assistido;
  • Usar IoT para enviar e receber dados das máquinas para uma plataforma na nuvem ou em um servidor local;
  • Usar IA para ajustar os parâmetros das máquinas de acordo com as condições do terreno, da cultura e do clima;
  • Usar sistemas de telemetria para monitorar o desempenho, o consumo e a manutenção das máquinas à distância.

Benefícios da eletrônica embarcada na agricultura

  • Economia de combustível, de tempo e de mão de obra, ao reduzir o número de passadas e as sobreposições;
  • Aumento da precisão e da qualidade das operações agrícolas, ao evitar erros humanos e realizar ajustes automáticos;
  • Redução dos custos de reparo e de reposição das máquinas, ao prevenir falhas e prolongar a vida útil;
  • Melhoria da gestão e da tomada de decisão, ao ter acesso a relatórios e indicadores sobre as máquinas.

5. Agricultura climaticamente inteligente

Agricultura climaticamente inteligente é uma tecnologia que consiste em um enfoque que busca adaptar os sistemas agrícolas às mudanças climáticas e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Ela envolve três pilares: aumentar a produtividade agrícola, melhorar a resiliência dos sistemas agrícolas e mitigar as mudanças climáticas.

Por exemplo, com a agricultura climaticamente inteligente é possível:

  • Usar variedades de plantas e animais mais tolerantes ao estresse hídrico, térmico e salino;
  • Usar técnicas de conservação do solo e da água, como plantio direto, rotação de culturas, cobertura vegetal e irrigação por gotejamento;
  • Usar técnicas de manejo integrado de pragas e doenças, como controle biológico, cultural e químico;
  • Usar técnicas de manejo integrado da fertilidade do solo, como fixação biológica de nitrogênio, compostagem orgânica e adubação verde;
  • Usar técnicas de manejo integrado dos resíduos agrícolas, como biodigestão anaeróbia, gaseificação e pirólise;
  • Usar técnicas de agrofloresta, silvipastoril e agrossilvipastoril, que combinam árvores com culturas ou pastagens;
  • Usar técnicas de agricultura de precisão, que permitem aplicar os insumos agrícolas na dose certa, no lugar certo e na hora certa.

Benefícios da agricultura climaticamente inteligente

  • Aumento da produtividade agrícola, ao aproveitar melhor os recursos naturais disponíveis;
  • Melhoria da resiliência dos sistemas agrícolas, ao reduzir os impactos negativos das mudanças climáticas;
  • Mitigação das mudanças climáticas, ao diminuir as emissões de gases de efeito estufa provenientes da agricultura.

6. Software de gestão agrícola

Software de gestão agrícola é um programa desenvolvido para ajudar o produtor a gerenciar as etapas da produção, desde o planejamento até o pós-colheita.

O Aegro é uma ferramenta de gestão agrícola que reúne funcionalidades como gestão operacional e financeira de fazendas. Com o Aegro, é possível trabalhar previsões de safras, fazer o controle de operações agrícolas em tempo real e gerar relatórios dos principais indicadores de produção para otimizar processos.

Além disso, o software oferece ao produtor rural mobilidade para gerenciar sua fazenda por meio de um aplicativo para celular ou tablet.

Com o Aegro, é possível:

  • Controlar o estoque, acompanhando o que entra e o que sai e uso dos insumos por talhão;
  • Planejar a safra utilizando como base o histórico de safras anteriores, para planejamento baseado em dados concretos;
  • Controlar os custos, desde o orçamento até o valor realizado, identificando oportunidades de economia;
  • Monitoramento de pragas, prevenindo perdas e tomando ações rápidas;
  • Ter flexibilidade na gestão do negócio, acompanhando tudo o que acontece sem ficar preso à lavoura. Seja do escritório ou em qualquer lugar, utilizando o aplicativo Aegro.

Benefícios do Aegro:

  • Controle do negócio, visão de todas as áreas e atividades da lavoura;
  • Aumento da produtividade, explorando como utilizar melhor os recursos disponíveis na fazenda;
  • Redução de custos e aumento de lucro, ao identificar despesas e oportunidades de economia na lavoura;
  • Melhoria da gestão e da tomada de decisão, ao ter acesso a informações confiáveis e relevantes.

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Como introduzir a agricultura inteligente no seu negócio?

Se você se interessou pelas tecnologias apresentadas neste artigo e quer começar a usar a agricultura inteligente no seu agronegócio, aqui vão algumas dicas:

  • Faça um diagnóstico da sua situação atual, identificando os pontos fortes e fracos, as oportunidades e as ameaças, os objetivos e as metas do seu negócio;
  • Pesquise as tecnologias disponíveis no mercado, comparando as características, os benefícios, os custos e as formas de implantação de cada uma;
  • Escolha as tecnologias que mais se adequam às suas necessidades e ao seu orçamento, priorizando as que oferecem maior retorno sobre o investimento;
  • Busque apoio de agrônomos, consultores, técnicos, fornecedores e parceiros que possam auxiliar na escolha, na instalação, na operação e na manutenção das tecnologias;
  • Capacite-se e capacite sua equipe para usar as tecnologias de forma correta e eficiente, aproveitando os treinamentos, os cursos, os eventos e os materiais disponíveis;
  • Avalie os resultados obtidos com as tecnologias, monitorando os indicadores de desempenho, de qualidade, de economia e de sustentabilidade do seu negócio.
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Conclusão

A agricultura inteligente é uma realidade cada vez mais presente no cenário agrícola mundial, trazendo benefícios como aumento da produtividade, redução de custos, melhoria da qualidade, preservação do meio ambiente e valorização do produtor. 

Para aproveitar essas vantagens, é preciso estar atento às inovações tecnológicas disponíveis no mercado e investir em soluções que se adequem às suas necessidades e objetivos.

Não perca tempo e conheça o Aegro. Você vai se surpreender com o que a agricultura inteligente pode fazer pelo seu agronegócio!

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