Pacto da soja: O que é, o que muda e quais os impactos?

O Pacto da Soja é uma iniciativa que tem gerado discussões entre produtores, indústrias e organizações ambientais. 

Projetado para substituir a antiga Moratória da Soja, o pacto busca unir sustentabilidade e produtividade, trazendo impactos diretos para quem vive do agronegócio. 

Mas o que exatamente é o Pacto da Soja? Neste artigo, vamos responder às principais dúvidas sobre o tema e esclarecer como você, produtor rural, pode se preparar para as mudanças que estão por vir.

O que é o Pacto da Soja?

O Pacto da Soja é um compromisso que busca alinhar a produção de soja a boas práticas ambientais e sociais.

Criado para substituir à Moratória da Soja, assinada em 2006, o pacto visa evitar a expansão do cultivo de soja em áreas desmatadas após julho de 2008 na Amazônia.

Enquanto a moratória focava exclusivamente no desmatamento na Amazônia, o novo pacto expande o olhar para outros biomas e inclui práticas de conformidade ambiental, rastreabilidade e maior participação dos produtores na discussão.

Moratória da Soja

A Moratória da Soja é um projeto firmado em 2006 para impedir a comercialização de soja cultivada em áreas desmatadas da Amazônia após julho de 2008.

Grandes tradings agrícolas, ONGs e o governo monitoram o desmatamento por satélite e garantem o cumprimento do acordo.

A iniciativa ajudou a reduzir o desmatamento ligado à soja na Amazônia, mas há preocupações sobre seu impacto no avanço agrícola em outras regiões, como o Cerrado.

Quais os objetivos do Pacto da Soja?

O Pacto da Soja surgiu como forma de buscar novas iniciativas ou acordos entre indústria e produtores para regular a produção de soja de forma sustentável.

Desde sua criação, a iniciativa implementou o monitoramento por satélite e auditorias independentes, assegurando mais transparência e incentivando práticas agrícolas sustentáveis. Com isso, os principais objetivos do Pacto da Soja são:

  • Preservação dos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal;
  • Promoção de boas práticas agrícolas;
  • Garantia de rastreabilidade na cadeia produtiva;
  • Valoração de produtos sustentáveis no mercado internacional.

Essa mudança vem em um momento em que a pressão por sustentabilidade cresce em todo o mundo, especialmente entre os grandes importadores de soja brasileira, como União Europeia e China.

O que pode mudar com o Pacto da Soja?

A adoção do Pacto da Soja traz mudanças para produtores e toda a cadeia do agronegócio. A principal delas é a regularização ambiental conforme o Código Florestal, o monitoramento por talhão em vez da propriedade inteira.

O pacto também pode gerar impactos econômicos e está sendo analisado pelo Cade por possíveis infrações econômicas e ainda pode alterar:

1. Rastreabilidade obrigatória:

  • Os compradores exigirão sistemas que comprovem que a soja foi produzida em conformidade com as regras do pacto;
  • Isso pode demandar investimento em tecnologia para monitoramento e documentação.

2. Adequação à legislação ambiental:

  • Áreas desmatadas ilegalmente não serão aceitas como fonte de produção;
  • Regularização fundiária e do Cadastro Ambiental Rural (CAR) serão fiscalizadas.

3. Valoração do produto no mercado externo:

  • A soja brasileira poderá ser ainda mais valorizada nos mercados que priorizam a sustentabilidade.
  • A certificação ambiental e o monitoramento rigoroso podem aumentar a competitividade da soja brasileira.

4. Maior participação em programas de certificação:

  • Certificações como RTRS (Mesa Redonda para Soja Responsável) podem ser incentivadas;
  • Incentivo para produtores para o acesso a novos mercados e clientes que exigem altos padrões ambientais e sociais.

5. Inovações tecnológicas no campo:

  • Melhora na eficiência operacional, redução de custos, transparência e conformidade com as exigências ambientais, facilitando o acesso a mercados internacionais;
  • Ferramentas de monitoramento remoto e sistemas integrados para rastreamento da produção podem ganhar espaço, trazendo modernização às propriedades.
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Por que o Pacto da Soja é tão importante para o agronegócio?

A relevância do pacto vai além das questões ambientais, por responder às exigências de mercados internacionais e consumidores cada vez mais preocupados com a origem dos produtos que consomem.

A iniciativa também contribui para fortalecer a imagem do Brasil como um fornecedor responsável de soja, capaz de atender a critérios rigorosos de responsabilidade social e ambiental, além de colaborar para:

  • Atendimento a mercados internacionais:
    • Grandes importadores, como a União Europeia e a China, exigem cada vez mais garantia de sustentabilidade na cadeia de produção.
  • Imagem do agronegócio brasileiro:
    • O pacto ajuda a melhorar a percepção da soja brasileira no exterior, reduzindo pressões e boicotes.
  • Competitividade:
    • Ao adotar boas práticas, o Brasil se posiciona como um dos principais fornecedores de soja sustentável no mundo.
  • Conservação dos recursos naturais:
    • Com a preservação dos biomas e solos mais equilibrados, os ganhos em produtividade no longo prazo também podem ser significativos.

Benefícios do Pacto da Soja para Produtores Rurais

Embora muitos produtores temam custos adicionais, o pacto também pode trazer vantagens significativas, como o acesso a mercados internacionais mais exigentes, que priorizam a sustentabilidade e a rastreabilidade.

Ao garantir práticas agrícolas sustentáveis, o pacto pode valorizar o produto, já que consumidores e empresas estão dispostos a pagar mais por produtos que atendem a critérios ambientais e sociais rigorosos, além de:

  1. Acesso a novos mercados:
    • Produtores alinhados ao pacto podem negociar melhor seus produtos em mercados mais exigentes.
  2. Maior previsibilidade no planejamento:
    • Ao evitar a degradação ambiental, garantem-se melhores condições de produção a longo prazo.
  3. Redução de riscos legais:
    • Cumprir as regras do pacto significa estar em conformidade com a legislação ambiental brasileira, evitando multas e embargos.
  4. Incentivos financeiros:
    • Programas de financiamento e crédito rural podem priorizar propriedades sustentáveis.
  5. Valoração da propriedade:
    • Propriedades alinhadas ao pacto tendem a ser mais valorizadas no mercado imobiliário rural.

Desafios do pacto da soja

Apesar desses benefícios, alguns desafios precisam ser enfrentados, como os custos de adequação, pois investir em tecnologia, certificações e regularização fundiária pode ser caro para pequenos e médios produtores.

A falta de informação também é um problema, já que muitos produtores desconhecem os detalhes do pacto e como ele pode impactar suas propriedades.

Há resistência às mudanças em alguns setores do agronegócio, que veem o pacto como uma interferência, além da infraestrutura limitada em muitas regiões, dificultando a implementação de sistemas de rastreabilidade e monitoramento devido ao acesso restrito à tecnologia em áreas remotas.

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Como se preparar para o Pacto da Soja?

O Pacto da Soja representa um novo capítulo para o agronegócio brasileiro que proteger os biomas e atender às exigências de sustentabilidade.

Embora abra portas para novos mercados e valorize a produção nacional, é preciso se preparar para essa mudança. Veja como:

  1. Regularize sua propriedade:
    • Certifique-se de que o Cadastro Ambiental Rural (CAR) esteja atualizado e aprovado.
  2. Invista em tecnologias de monitoramento:
    • Ferramentas como drones e sensores podem ajudar a rastrear e documentar suas práticas agrícolas.
  3. Busque orientação técnica:
    • Consulte engenheiros agrônomos ou cooperativas para entender como implementar boas práticas na sua propriedade.
  4. Participe de programas de certificação:
    • Certificações reconhecidas podem agregar valor à sua produção.
  5. Adote a diversificação de culturas:
    • Essa prática pode ajudar a reduzir os impactos ambientais e aumentar a sustentabilidade da propriedade.

Se você ainda tem dúvidas sobre como se adequar ao pacto, busque orientação com especialistas ou associações de produtores. Essa pode ser uma oportunidade para transformar desafios em ganhos concretos no seu dia a dia!

Estratégias para vender bem a produção agrícola

Descubra como vender sua produção agrícola com mais lucro! Conheça as estratégias essenciais para maximizar seus resultados na venda de produtos agrícolas. Aprenda a acompanhar os preços das commodities, diversificar sua carteira de clientes e utilizar tecnologia a seu favor.

A venda da produção agrícola é um ponto crucial para o sucesso de qualquer empreendimento no setor. 

Para garantir o máximo retorno financeiro, é essencial implementar estratégias eficazes que levem em consideração diversos fatores, incluindo o momento oportuno para a comercialização e a análise do mercado de commodities

Neste artigo, vamos explorar estratégias essenciais para vender a produção agrícola com lucratividade máxima, considerando aspectos como o acompanhamento dos preços das commodities, a diversificação da carteira de clientes e o uso de tecnologia para gerenciar a produção de forma mais eficiente. 

Vamos mergulhar nesse universo dinâmico da venda agrícola e descobrir como alcançar melhores resultados financeiros.

A importância da venda assertiva

Na jornada agrícola, da semeadura à colheita, o planejamento da comercialização é essencial para garantir eficiência e rentabilidade. 

Desde o cultivo até o momento da venda, cada etapa demanda estratégias cuidadosas para que os grãos, como soja e milho, alcancem o consumidor final, impulsionando toda a cadeia produtiva.

Para o produtor rural, além de cultivar de forma sustentável, é crucial compreender o mercado e o funcionamento da cadeia produtiva. 

No cenário atual, conhecer as nuances da comercialização de grãos é fundamental para aproveitar as oportunidades e superar os desafios, maximizando os resultados das safras.

A comercialização agrícola é um pilar essencial para a economia nacional, abrangendo desde a produção até a distribuição de produtos agrícolas, envolvendo etapas como plantio, colheita, transporte, processamento e armazenamento.

A comercialização agrícola

Este sistema complexo conta com uma série de agentes que desempenham papéis cruciais, desde o cultivo até a entrega dos produtos agrícolas. 

Desde a aquisição de insumos e o planejamento da safra, o produtor rural avalia as possibilidades de venda dos grãos que serão produzidos, considerando uma variedade de fatores para embasar suas decisões comerciais.

A comercialização não se limita à conclusão do ciclo produtivo, mas abrange todas as operações desde a aquisição dos insumos até a venda dos produtos. 

Este processo envolve uma rede de agentes, incluindo produtores rurais, cooperativas, empresas de transporte, distribuidores e varejistas, cada um desempenhando um papel específico na cadeia de comercialização.

Essa interação entre oferta (setor produtivo) e demanda (consumidor final) é crucial para a eficiência e rentabilidade do setor agrícola. A dinâmica desse sistema fundamenta os estágios da cadeia produtiva, desde a produção até a entrega dos produtos ao consumidor final.

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Modalidades de comercialização/vendas

Na comercialização agrícola, diversas atividades especializadas são desempenhadas por diferentes agentes. Aqui está uma visão geral dos principais atores envolvidos:

  1. Corretor: Atua como intermediário na aproximação entre compradores e vendedores, facilitando negociações sem estocar bens, financiar ou assumir riscos.
  2. Facilitador: Influencia o processo de distribuição sem possuir os bens ou negociar diretamente a compra ou venda.
  3. Representante de Fabricante: Empresa que vende bens de vários fabricantes de forma independente.
  4. Comerciante: Influencia a compra, assume a posse dos bens e os revende posteriormente.
  5. Varejista: Responsável por vender bens ou serviços diretamente ao consumidor final.
  6. Agente de Vendas: Procura clientes e negocia em nome de um fabricante, sem assumir a propriedade dos bens.
  7. Força de Vendas: Grupo de pessoas que vendem produtos e serviços em nome de uma empresa.
  8. Atacadista: Empresa que vende bens ou serviços adquiridos para revenda ou uso empresarial.

Esses agentes desempenham papéis específicos ao longo do canal de comercialização ou distribuição, que representa a sequência de etapas pelas quais o produto agrícola passa até chegar ao consumidor final.

Estratégias para venda eficiente

Para estabelecer uma estratégia de comercialização bem-sucedida, é essencial seguir alguns passos que garantam assertividade no processo. Aqui estão as etapas fundamentais:

  1. Conheça os Custos de Produção: Tenha em mãos os custos de produção da safra ou um orçamento detalhado. Isso inclui não apenas os custos diretos, mas também os custos operacionais, depreciação e custos econômicos associados à produção agrícola.
  2. Defina Estratégias de Venda: Considere as diferentes estratégias de venda disponíveis, levando em conta fatores como sazonalidade do mercado, demanda esperada e concorrência. Estabeleça metas claras e objetivas para orientar suas ações de comercialização.
  3. Avalie as Formas de Pagamento: Analise as diferentes formas de pagamento disponíveis, como crédito bancário, troca de produtos (barter) ou uso de capital próprio. Escolha a opção que melhor se adapte às suas necessidades e objetivos financeiros.
  4. Determine a Margem Esperada: Defina a margem de lucro esperada para sua produção, considerando os custos envolvidos e as condições do mercado. Se necessário, busque orientação de especialistas para analisar cenários de preços e tomar decisões embasadas.
  5. Aproveite Oportunidades de Mercado: Esteja atento às flutuações de preços no mercado. Quando os preços estiverem elevados, aproveite para vender sua produção, seguindo as estratégias definidas previamente.
  6. Não Espere Preços Ideais: Em alguns casos, pode ser necessário vender mesmo que o preço esteja abaixo do esperado, especialmente se houver o risco de uma queda ainda maior. No entanto, nunca comprometa seus lucros vendendo a um preço que resulte em prejuízos significativos.

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Técnicas avançadas para vendas agrícolas

As estratégias de comercialização agrícola são fundamentais para avaliar a viabilidade do sistema produtivo em uma fazenda, envolvendo desde o acompanhamento do mercado até a tomada de decisões baseadas nos custos de produção.

O produtor rural se mantém atualizado com as notícias e tendências do mercado ao longo das safras, planejando seus investimentos com base nos custos por hectare.

Uma das técnicas mais importantes nesse contexto é a estruturação e o planejamento da venda dos produtos agrícolas após a colheita.

Um exemplo comum e que proporciona segurança ao produtor é o Barter, onde ocorre a troca dos insumos utilizados no cultivo pelo pagamento em produção de grãos. 

Outra técnica relevante é o Hedge, que fixa o preço dos grãos de acordo com a cotação da bolsa de valores, permitindo ao produtor prever sua margem de lucro.

Além dessas, há outras modalidades de comercialização:

  • Comercialização pela Cooperativa: Nesse modelo, a cooperativa atua como intermediária na venda, recebendo os grãos, armazenando e realizando o escoamento da safra.
  • Pré-Fixação e Pré-Pagamento: Nessas modalidades, a negociação dos grãos ocorre com um preço pré-estabelecido. No pré-pagamento, o comprador antecipa o pagamento ao produtor, que se compromete a entregar os grãos após a colheita, com pagamento de juros.
  • Tradings e Corretoras: Empresas especializadas em commodities agrícolas facilitam a venda dos grãos, intermediando as negociações com compradores nacionais e internacionais.

Estratégias para vender bem a produção de milho e soja

A comercialização eficiente da produção de milho e soja requer uma abordagem estratégica e bem planejada, levando em consideração diversos fatores para maximizar os resultados.

Análise de Mercado

Realizar uma análise detalhada do mercado é fundamental para identificar oportunidades e tendências. É importante entender a demanda por milho e soja nos mercados local, regional e global, acompanhar as flutuações de preços e identificar potenciais compradores.

Diversificação de Clientes

Buscar diversificar a base de clientes é uma estratégia importante para mitigar riscos e aumentar as oportunidades de venda. Além de vender para grandes compradores, como indústrias e cooperativas, explorar mercados locais, regionais e internacionais pode ampliar os canais de distribuição e maximizar os lucros.

Gestão de Custos

Controlar os custos de produção é essencial para garantir uma margem de lucro satisfatória na comercialização de milho e soja. Monitorar de perto os custos relacionados ao cultivo, como insumos agrícolas, mão de obra, maquinário e logística, e buscar maneiras de otimizá-los sem comprometer a qualidade e a produtividade é fundamental.

Utilização de Contratos Futuros

A utilização de contratos futuros pode ser uma estratégia eficaz para garantir preços mais estáveis e previsíveis. Esses contratos permitem fixar o preço do milho e da soja antes da colheita, protegendo o produtor contra possíveis quedas nos preços de mercado.

Adoção de Tecnologia

A tecnologia desempenha um papel crucial na otimização da comercialização de milho e soja. O uso de sistemas de gestão agrícola, aplicativos de cotação de preços, análise de dados e monitoramento de mercado pode fornecer informações valiosas para tomar decisões mais informadas e estratégicas na venda da produção.

Investir em estratégias de marketing também pode ajudar a aumentar a visibilidade e a atratividade da produção de milho e soja no mercado. 

Ao implementar essas estratégias de forma integrada e bem planejada, os produtores podem maximizar os lucros e garantir o sucesso na comercialização de suas safras.

Como o Aegro ajuda na venda

Para planejar o preço de venda, é necessário saber todos os custos e identificar o valor ideal para venda do produto.

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venda de grãos
Tela de colheita do Aegro

Conclusão

A comercialização agrícola não é apenas um aspecto crucial para o sucesso de um empreendimento no setor, mas também um processo estratégico que envolve diversos aspectos, desde o planejamento até a execução. Ao longo deste artigo, exploramos as estratégias essenciais para vender a produção agrícola com lucratividade máxima.

Desde o acompanhamento dos preços das commodities até a diversificação da carteira de clientes e o uso de tecnologia para gerenciar a produção de forma mais eficiente, destacamos a importância de entender o mercado e a cadeia produtiva para maximizar os resultados financeiros.

Além disso, discutimos as diversas modalidades de comercialização, como o Barter, o Hedge e a pré-fixação/pré-pagamento, que oferecem alternativas para o produtor rural garantir a segurança e previsibilidade na venda de seus produtos.

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