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6 Dicas para combater de vez a ferrugem asiática da soja

- 12 de novembro de 2018

Atualizado em 03 de dezembro de 2021.

Ferrugem asiática da soja: veja as principais características da doença, condições favoráveis, principais fungicidas e outros manejos para reduzir os prejuízos 

Na safra 2021/22, é estimado que a produção de soja no Brasil seja de 142 milhões de toneladas. Isso representa um aumento de 3,4% em relação à safra anterior. 

No entanto, a ferrugem asiática da soja pode comprometer essas estimativas. A doença pode reduzir a produtividade da cultura entre 10 e 90%.

Os custos de controle são altos quando estratégias conjuntas e monitoramento não são usados.

Para evitar danos, conhecer o comportamento da doença e as estratégias podem ser suas aliadas.

Confira a seguir como monitorar a área, as condições favoráveis para a doença e como reduzir os danos na sua lavoura!

Ferrugem asiática da soja: como a doença começou no Brasil e o agente causal

A ferrugem-asiática da soja é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi

Ela pode ser observada em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, e começa nas folhas do “baixeiro”. Este fungo só sobrevive e se reproduz em plantas vivas.

Além disso ela, tem diversos hospedeiros. São cerca de 150 espécies de leguminosas, incluindo o feijão-comum e a soja-perene em todas as regiões do país, da família Fabaceae.

No entanto, existem relatos de que espécies de plantas daninhas, também sejam hospedeiras alternativas na entressafra.

Por isso, é necessário monitorar e controlar para evitar a sobrevivência do fungo nas áreas.

Existem relatos da ocorrência da ferrugem asiática na corda-de-viola e também na leiteira. Esses relatos aconteceram nos últimos anos e exigiram atenção dos produtores.

Fotos de ipomea spp, planta com flor roxa no topo

Algumas espécies de Ipomea spp. encontradas nas regiões de cultivo de soja no Brasil.

(FonteBandeira e colaboradores, 2019)

Na região Sul do Brasil, o kudzu também é relatado como fonte de inóculo. 

Para as regiões Centro-Oeste e Sul do Brasil, a planta daninha beiço-de-boi também pode favorecer a sobrevivência do fungo na entressafra.

Foto da planta kudzu

Kudzu é uma espécie de trepadeira perene que pode alcançar 30 metros de altura (à esquerda). Aspecto visual das folhas e flores de Desmodium purpureum (à direita)

(Fonte: Webster e colaboradores; Agrolink, 2021)

A primeira ocorrência da ferrugem asiática na América foi no Paraguai em 2001. Meses depois, a doença foi encontrada pela primeira vez no Brasil, no estado do Paraná. 

Atualmente ela é disseminada por todas as regiões produtoras no país.

Identificação e sintomas da ferrugem asiática da soja

Ao contrário do que ocorre com as ferrugens em outras culturas, a ferrugem na soja apresenta um esporo mais claro.

Isso desfavorece a identificação no início da doença.

No começo, surgem pontos pequenos e escuros, acompanhados de partes mais elevadas na face inferior das folhas.

Ao passar dos dias, os pontos ficam castanhos e formam pequenos poros. Deles, são ejetados mais poros para fora do tecido foliar e dispersados pelo vento.

Por fim, os esporos adquirem coloração bege/alaranjada. É possível sentir os esporos ao toque, e os enxergar com uma lupa de bolso.

As folhas ficam mais escura que a folha sadia. A coloração pode variar de verde a cinza no começo, e de castanha a marrom com o progresso da doença.

Foto ampliada de folha de soja com ferrugem asiática. Pontos avermelhados estão presentes em toda a folha.

(Fonte: Diário de Agrônomo)

Quando você observar que as folhas ficam amareladas e com pontos castanhos-claros, normalmente a ferrugem já está na lavoura a mais de 30 dias. 

Esse tempo dificulta o controle químico eficaz e causa prejuízos.

Quando as folhas apresentam alta densidade de lesões da doença, elas ficam amarelas e pode acontecer desfolha.

Isso prejudica a formação e o enchimento das vagens, a qualidade e a quantidade dos grãos. Ou seja, interfere na produção da sua lavoura de soja.

É muito importante acompanhar e monitorar a lavoura com frequência, observando inclusive a presença de plantas hospedeiras alternativas na entressafra.

Além disso, acompanhe os focos de ferrugem na sua região. Fique de olho nas condições climáticas favoráveis para a tomada de decisão do momento certo de aplicação.

Lembre-se que a ferrugem asiática da soja é uma doença causada por uma população de patógenos. 

Como consequência, pode gerar diversas outras populações no mesmo ciclo da cultura, aumentando rapidamente os danos na lavoura.

Além disso, os fungicidas devem ser utilizados no momento correto. O momento ideal é quando a população de patógenos não for muito alta. 

Afinal, nesses casos podem ocorrer “escapes” de patógenos, favorecendo a seleção de populações resistentes.

Ciclo e condições climáticas favoráveis da ferrugem asiática

Os esporos da ferrugem são disseminados de um local para outro principalmente pelo vento. Eles podem percorrer até 3 metros por dia e 96 quilômetros por semana.

Plantas voluntárias de soja, outras espécies de leguminosas e daninhas de outras famílias também são importantes hospedeiras para a doença. Elas podem servir de fonte de inóculo para novos plantios de soja.

Veja o ciclo da ferrugem asiática da soja para entender mais sobre a doença:

Imagem ilustra o ciclo da ferrugem asiática da soja

(Fonte: Reis e Carmona)

Para que o fungo infecte a planta, é necessária disponibilidade livre de água na folha por no mínimo seis horas. Além disso, as temperaturas devem estar na faixa de 15 °C a 25 °C.

As chuvas também favorecem a doença, por manter as folhas úmidas. 

Para temperaturas amenas (10 °C ou menos) e mais elevadas (acima de 27 °C), são necessárias oito horas de molhamento foliar.

Embora os sintomas ocorram em todos os estádios de desenvolvimento, a maior incidência e severidade é observada a partir do fechamento das linhas.

Isso acontece devido ao microclima favorável de umidade e temperatura, o que protege os esporos da radiação solar. 

No entanto, quando plantas hospedeiras alternativas sobrevivem na área de cultivo, o inóculo presente na área faz com que a doença se manifeste em fases iniciais.

Como consequência, os danos são causados principalmente pela queda das folhas.

Quando os danos são observados no terço inferior da cultura, o terço mediano já está com infecção latente, mesmo que sem sintomas aparentes.

O estresse hídrico pode intensificar os danos da doença na lavoura.

Agora que você conheceu um pouco mais sobre a ferrugem asiática da soja, veja algumas estratégias para reduzir danos na lavoura.

6 Dicas para controlar a ferrugem asiática da soja

1. Vazio sanitário

Vazio sanitário é o período mínimo de 90 dias sem o plantio de soja ou presença de plantas voluntárias no campo.

Esse período reduz a sobrevivência do fungo que sobrevivem apenas em plantas hospedeiras vivas.

O objetivo do vazio sanitário é reduzir o número de esporos do fungo, atrasando a ocorrência da doença na safra.

Ele também reduz o número de aplicações de fungicidas, evitando o surgimento da resistência de populações de patógenos.

A lista do período de vazio sanitário para os estados pode ser consultada a seguir:

Gráfico de barras que mostra o período de vazio sanitário em diferentes estados brasileiros
Gráfico que mostra os períodos de semeadura de soja

(Fonte: Godoy e colaboradores)

2. Cultivares precoces e semeadura no início do período recomendado (calendarização da semeadura)

Semear a soja no início da época recomendada é indicado para reduzir os danos causados pela doença. Essa é uma forma de atrasar a sua ocorrência na área de cultivo.

Assim, a calendarização da semeadura é a determinação de uma data limite para semear a soja na safra.

Se você realizar a semeadura tardia, a cultura pode receber inóculo nos estádios iniciais de desenvolvimento da planta. Por isso, desenvolve a doença mais cedo e precisa de mais aplicações de fungicidas.

O objetivo dessa prática é reduzir o número de aplicações de fungicidas e a seleção de resistência do fungo.

Veja os estados e as datas iniciais e limites para a semeadura da soja na safra 21/22. Na imagem, você também pode conferir o período do vazio sanitário de cada região.

Tabela mostra estados e datas iniciais para começo da semeadura da safra da soja
Tabela mostra períodos de semeadura de soja por estados

(Fonte: Mapa)

Uma novidade para a próxima safra no estado do Rio Grande do Sul é o calendário de semeadura para a soja, que passa a ser de 13 de setembro a 31 de janeiro de 2022.

Após a colheita da soja safrinha, o RS deve adotar o vazio sanitário até o dia 13 de 9 setembro de 2022.

3. Monitoramento de focos da ferrugem asiática na região de cultivo

Monitore a sua lavoura para definir o momento ideal de controle. Isso é crucial para a redução de danos e no manejo de resistência. 

Olhe as folhas na parte superior e observe se há pontos escuros. Depois, utilize uma lupa e observe a parte inferior das folhas.

Você deve se atentar se houver a presença de saliências, com aspecto de “vulcão”.

Fotos ampliadas dos esporos de ferrugem asiática nas folhas de soja, que apresentam pontos marrons e em relevo

Urédias da ferrugem asiática da soja em diferentes fases. Quanto mais clara a lesão, maior a presença de esporos de ferrugem. 

(Fonte: Koga e colaboradores) 

Para te ajudar no diagnóstico da doença, você pode procurar uma clínica fitopatológica ou um engenheiro-agrônomo.

Monitoramento de focos de ferrugem em diferentes regiões

O consórcio antiferrugem é uma ótima estratégia para monitorar em tempo real os focos da doença próximos à região de cultivo.

Você pode acessá-lo para registrar a ocorrência da doença em sua propriedade, ajudando outros produtores.

Assim, produtores da região e proximidades devem permanecer em alerta e monitoramento das lavouras. 

Mapa do Brasil com apontamentos de incidência de ferrugem em soja. Em roraima, a presença da doença é intensa

Registros de presença de esporos já foram relatados no Brasil (representados pelos círculos cinzas), correspondendo ao estado do Paraná

(Fonte: Consórcio antiferrugem)

4. Controle químico

O controle com fungicidas pode ser utilizado de maneira preventiva ou após os sintomas. Por isso é importante o monitoramento.

Você pode encontrar os fungicidas registrados para a ferrugem asiática no Agrofit.

A Embrapa realizou um estudo sobre a eficiência de fungicidas para o controle da ferrugem asiática.

Neste estudo, foram realizados ensaios com os fungicidas nas principais regiões produtoras de soja do país.

Este estudo pode ajudar a definir qual o melhor fungicida em relação a menor severidade da doença (valores do final da tabela) e a melhor produtividade.

Você pode encontrar o nome comercial e a empresa dos fungicidas acessando o trabalho.

Tabela com melhores tipos de tratamento de acordo com a severidade da doença

(Fonte: Embrapa, 2021.)

Além disso, já foi relatada a redução da eficiência de fungicidas para controle da ferrugem asiática.

Os grupos de fungicidas que apresentaram essa redução da eficiência foram: 

  • carboxamidas;
  • triazóis;
  • estrobilurina isolada.

Isso mostra a importância de medidas para prevenir a pressão de seleção do fungo com a utilização de fungicidas.

Alguns exemplos são:

  • uso de fungicidas com diferentes modos de ação e em rotação (aplicações sucessivas de um mesmo princípio ativo devem ser evitadas);
  • redução de aplicações excessivas de fungicidas e utilização de medidas conjuntas de controle (como a eliminação de plantas hospedeiras alternativas e uso de cultivares resistentes);
  • calendarização da semeadura.

Recomendações segundo o Frac (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas do Brasil)

  • Estrobilurinas: aplicação sempre combinada com triazóis, triazolinthioneA e/ou carboxamidas. O controle deve ser iniciado de forma preventiva;
  • Triazóis e Triazolintione: indicada a associação com estrobilurinas;
  • Carboxamidas: aplicação sempre combinadas com fungicidas do grupo químico das estrobilurinas.
calculo-de-pulverizacao

5. Cultivares resistentes ou variedades mais tolerantes

Variedades tolerantes e/ou resistentes já foram lançadas no mercado. Elas são estudadas conforme os problemas de resistência aos fungicidas disponíveis no mercado avançam.

Essas variedades ainda são limitadas, visto que o Brasil possui inúmeras regiões sojícolas com diferentes materiais adaptados e recomendados.

A Embrapa e a Fundação Meridional de Apoio à Pesquisa lançaram, em 2018, a variedade BRS 511. Em 2021, a variedade BRS 539 foi lançada, e também é resistente ao ataque de percevejos.

Elas prometem retardar o avanço da ferrugem na soja no Brasil.

 

6. Integração de vários métodos para o manejo

Quando se fala em controle de doenças da soja, o primeiro manejo em que você talvez pense primeiro seja o químico.

Este tipo de controle é muito importante, mas não se esqueça que para sua eficiência, ele deve ser utilizado em conjunto com outras estratégias.

A recomendação bônus é: utilize várias formas de controle diferentes.

Assim, você previne a redução da eficiência de fungicidas e o surgimento de raças de patógenos resistentes.

Além disso, é provável que nos próximos anos existam mais opções de controle disponíveis.

Um exemplo é a vacina contra ferrugem asiática da soja que a multinacional norte-americana Plant Health Care conseguiu o registro definitivo.

A vacina conta com uma terceira geração de proteínas Harpin, que estimulam os mecanismos de defesa das plantas.

O produto já foi aprovado no Brasil e deve estar disponível para o tratamento de sementes nas próximas safras. 

As avaliações no campo estão sendo realizadas. Elas demonstraram, em safras anteriores, incremento de 3 a 5 sacas por hectare.

Checklist do manejo da ferrugem asiática da soja

  • Faça um planejamento agrícola bem feito, com todas as medidas de controle possíveis. Planeje a época de semeadura, monitoramento, tipos de fungicidas com diferentes mecanismos de ação, e outros. Essa gestão é fundamental para o bom controle não só da doença, mas de todas as atividades agrícolas;
  • Sempre monitore a lavoura a procura da ferrugem asiática da soja. Se necessário, peça auxílio de um profissional.
  • Cumpra o vazio sanitário de acordo com o seu estado;
  • Identifique se sua região tem o período de calendarização da semeadura e realize o plantio de variedades precoces;
  • Identifique quais fungicidas você pode utilizar. Faça isso de acordo com dados de redução da severidade da doença, produtividade da cultura e custo;
  • Avalie a possibilidade de utilizar variedades resistentes ou tolerantes na instalação da cultura;
  • Anote as suas atividades, custos e a produtividade da sua lavoura, para te auxiliar na gestão da sua propriedade.

Além de seguir as recomendações, o conhecimento das doenças que podem ocorrer na sua cultura é essencial para o planejamento.

A tecnologia no combate da ferrugem asiática da soja

Para te ajudar na realização desse passo a passo, conte com um software de gestão rural, como o Aegro.

Pelo computador ou celular, você planeja todas as atividades da safra e acompanha em tempo real o avanço das operações do campo, mesmo sem internet.

Sem falar nas soluções de mapas por satélite e monitoramento de pragas, que permitem a visualização de imagens NDVI e a realização de alertas georreferenciados.

Foto de tela do Aegro, na aba de monitoramento por mapa de calor

Mapa de calor no Aegro apresenta a quantidade de pragas encontrada em cada ponto da plantação.

Assim, você consegue identificar e tratar precocemente possíveis infestações de ferrugem asiática da soja, economizando no uso de defensivos.  

Clique aqui para assistir a uma demonstração gratuita dessas funcionalidades.

Novidades para o controle da ferrugem asiática na soja

  • Uso de peróxido de hidrogênio (H2O2): estudos vêm demonstrando efeito positivo na adição de peróxido de hidrogênio (H2O2) em misturas comerciais de fungicidas. O produto causa redução da severidade da doença entre 33% e 44% quando comparado à aplicação dos produtos sem adição;
  • Taxa de aplicação: estudos demonstraram que a taxa de aplicação de 160 L ha -1 possibilitou maior cobertura e deposição da pulverização. A taxa de 80 L ha-1 prejudicou a deposição e cobertura da pulverização, principalmente no terço médio e inferior das plantas de soja (locais de início da doença).
  • Trabalhos relatam que volumes entre 50 e 100 L ha -1 são eficientes no controle da doença, desde que as condições ambientais sejam favoráveis.
  • Deposição da calda em resposta de pontas de pulverização podem ter variação e refletir no controle da ferrugem asiática;
  •  A velocidade de operação na aplicação da pulverização também deve ser observada. Ela interfere no diâmetro médio das gotas e pode interferir no controle da doença;
  • O uso de cultivares resistentes em campos com pressão de patógenos e presença de raças resistentes pode comprometer a resistência, sendo necessárias medidas conjuntas de controle, prezando por um bom manejo de resistência.

Com todas essas informações, você com certeza poderá evitar a ferrugem asiática da soja na sua lavoura.

Conclusão

Identificar uma doença é o primeiro passo para realizar os manejos adequados.

A ferrugem asiática da soja apresenta sintomas bem característicos, o que facilita sua identificação. 

Quanto antes você reconhecer a doença na propriedade, mais cedo poderá tomar as decisões necessárias para controlar o fungo.

Fazer o monitoramento ideal, rotacionar fungicidas, se livrar das plantas daninhas hospedeiras e realizar o vazio sanitário são apenas algumas medidas possíveis.

Siga as instruções deste artigo e, na dúvida, não pense antes de consultar um profissional.

>>Leia mais:

“Como identificar e manejar o crestamento bacteriano na soja”

“Como o Manejo Integrado de Doenças pode reduzir custos e aplicações no seu cultivo”

Como você identifica a ferrugem asiática da soja na sua lavoura? Quais manejos  você utiliza? Adoraria ver seu comentário abaixo.

redatora Bruna Rohrig

Atualizado em 03 de dezembro de 2021 por @bruna-rohrig

É agrônoma pela Universidade Federal da Fronteira Sul, mestra em fitossanidade pela Universidade Federal de Pelotas e doutoranda em fitotecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul na área de pós-colheita e sanidade vegetal.

Comentários

  1. José Viana de Oliveira disse:

    Muito interessante passei a entender varias maneiras de como prevenir a doença

    1. Gressa Chinelato disse:

      José, fico feliz que entendeu as possibilidades de manejo da ferrugem asiática. Não deixe de acompanhar os nossos textos. Abraços

  2. Eliseu disse:

    Muito positivo as informacoes.

    1. Gressa Chinelato disse:

      Muito obrigada Eliseu! Não deixe de acompanhar as nossas publicações. Abraços

  3. Glauber de Jesus disse:

    Percebi que o Rio Grande do Sul não esta presente nas tabelas.
    Trabalho informativo muito bom, mas, gostaria de saber como referenciar essa pesquisa para o RS, deve-se seguir o modelo adotado por Santa Catarina tanto para semeadura como vazio sanitário???

    1. Gressa Chinelato disse:

      Ola Glauber, fico feliz que gostou do trabalho. O Rio grande do Sul ainda não adota a medida de vazio sanitário, por isso, é importante sempre verificar sempre se o Estado não começou a adotar a medida. Abraço

  4. João Paulo Alves da Silva disse:

    Parabéns a Dra Gressa pelo material informativo exposto, uma linguagem técnica e de fácil compreensão. * aegro tem mostrado a qualidade dos seus facilitadores. O diagnóstico bem feito, pode salvar toda lavoura.

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