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principais pragas agrícolas

Como se preparar para as principais pragas agrícolas

- 26 de setembro de 2018

Atualizado em 05 de novembro de 2020.
Principais pragas agrícolas: um compilado completo das pragas de soja, algodão e milho. Respondemos também as perguntas mais frequentes para o manejo eficiente.

Antes mesmo de colocar as semeadoras em campo, devemos estar preparados para enfrentar as adversidades.

E uma das grandes preocupações é o ataque de pragas.

Até porque a presença de insetos-praga na lavoura se faz presente antes, durante e depois do plantio.

Pensando nisso, fizemos um compilado sobre as principais pragas agrícolas das culturas da soja, algodão e milho. Assim, você pode se preparar para enfrentar as pragas agrícolas da melhor maneira possível. Confira!

Quando devo me preocupar com as principais pragas agrícolas? 

Em vista do sistema sucessivo de cultivo, com culturas sobrepondo culturas, as chamadas pontes verdes, observamos pragas a qualquer momento do ano.

Assim, para evitar frustrações após o plantio, um bom manejo de pragas para a safra deve ser iniciado ainda na entressafra.

Mas por que a entressafra é um período crítico e determinante para os cultivos?

Isso se deve ao fato de que a fase de estabelecimento da cultura é a mais suscetível/sensível ao ataque de pragas e doenças.

Sendo assim, a presença de inóculos iniciais e/ou altas densidades populacionais das principais pragas agrícolas pode comprometer todo o planejamento da safra.

Portanto, é na entressafra que devemos fazer o “dever de casa”, como o controle de plantas daninhas e tigueras.

Isso porque elas servem de abrigo e alimento para as pragas, permitindo a reprodução das mesmas na entressafra.

Aqui vão algumas dicas para esse controle de plantas daninhas e voluntárias:

quatro dicas de controle de plantas daninhas e voluntárias: não deixar em áreas em pousio; começar a cultura no limpo; utilizar a dose e o momento correto de aplicação dos herbicidas no sistema de manejo; e fazer o manejo pós-colheita.

(Fonte: Senar)

Caso contrário, você pode ter alguns problemas e danos, conforme veremos a seguir:

Qual é o risco de não fazer o manejo da entressafra corretamente?

Ao deixar na área plantas daninhas ou tigueras – que são hospedeiros alternativos -, você permite o aumento da população da praga e o seu ataque em altas densidades populacionais no início de cultivo.

Isso pode reduzir o número de plantas por unidade de área e, em consequência, afetar diretamente a produtividade.

Além disso, os danos iniciais de um ataque intenso das principais pragas agrícolas afeta todo o desenvolvimento da planta, prejudicando a produção.

O que devo fazer para minimizar os riscos do ataque das principais pragas agrícolas?

Isso implica na adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Assim, devemos seguir alguns passos simples na entressafra:

  • proceder amostragem com identificação do inseto-praga;
  • verificar sua densidade populacional;
  • tomar a decisão da melhor ferramenta a ser utilizada, incluindo controle biológico, químico e cultural.

Abaixo disponibilizamos gratuitamente uma planilha para você fazer seu MIP. Clique na imagem para baixar agora!

planilha manejo integrado de pragas - mip Aegro

Entre as medidas a serem adotadas, podemos citar o uso correto da dose do produto à praga-alvo, rotacionar os mecanismos de ação e priorizar o uso inseticidas seletivos aos inimigos naturais de pragas agrícolas.

Tendo em vista a entressafra, também vale pensar no uso de culturas de cobertura ou adubos verdes não hospedeiros das principais pragas agrícolas da sua área. Tudo isso, além do controle de plantas daninhas, como já comentamos.

Principais pragas agrícolas de soja, milho e algodão

Percevejo barriga-verde (Dichelops spp.)

As duas espécies principais são Dichelops melacanthus e Dichelops furcatus.

Apesar de atacar a soja, na maioria das regiões produtoras, não tem sido essa a espécie mais preocupante.

No entanto, no milho, esse percevejo pode causar danos consideráveis, sendo uma das principais pragas agrícolas da cultura.

O percevejo barriga-verde pode atacar as plantas em seu período crítico, que vai desde a germinação até a emissão do quinto par de folhas (VE- V5).

Repare abaixo a migração do percevejo das safras anteriores para o milho, ressaltando a importância do monitoramento na entressafra:

infográfico mostrando a migração do percevejo das safras anteriores do milho
infográfico mostrando a migração do percevejo das safras anteriores de soja para o milho

(Fonte: Pioneer)

Ele penetra seus estiletes na região do colo, injeta toxinas e perfura as folhas ainda em formação.  As plantas que sofrem o ataque dessa praga apresentam halos amarelados.

Além disso, a planta pode produzir perfilhos improdutivos, o que resulta em perda de produtividade.

A medida que a planta de milho vai se desenvolvendo, você pode observar pequenos orifícios nas folhas que ficam dispostos transversalmente. 

Também é possível notar o enrolamento anormal das folhas do cartucho do milho e, em casos mais severos, pode ocorrer a morte das folhas. 

Atualmente, o principal método de controle da praga tem sido o tratamento de sementes e a pulverização foliar com inseticidas sistêmicos.

No Agrofit, existem cerca de 50 produtos registrados para o manejo do percevejo-barriga-verde no milho para as duas espécies do gênero Dichelops

Helicoverpa spp.

A Helicoverpa zea e Helicoverpa armigera são algumas das principais pragas agrícolas nas culturas de importância econômica do Brasil.

Enquanto a H. zea é originária da região do México, a H. armigera é originária da Oceania.

Por isso, a H. zea possui maior adaptação ao milho e a H. armigera mais adaptada às culturas do algodão e da soja.

Veja detalhes dessas pragas no artigo “Você conhece o ciclo de vida da Helicoverpa armigera?

Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis)

O bicudo-do-algodoeiro é considerado uma das principais pragas do algodão desde a sua detecção, em 1983.

Essa praga tem o hábito de se alimentar dos botões florais, flores e maçãs do algodoeiro.

foto de Bicudo-do-algodoeiro atacando maçã do algodoeiro - principais pragas agrícolas

Bicudo-do-algodoeiro atacando maçã do algodoeiro
(Fonte: Boas Práticas Agronômicas)

As fêmeas têm o hábito de fazer as posturas dos ovos nesses locais, especialmente nos botões florais. 

Portanto, é importante que você saiba a diferença entre os danos de alimentação e os danos de oviposição (ato de depositar os ovos).

Quando há o dano de oviposição podemos observar a presença de uma substância cerosa, parecido com um calo pequeno, no orifício criado quando a fêmea deposita seus ovos.

Já o dano de alimentação, o orifício não é coberto com essa secreção e observam-se somente as pontuações enegrecidas ou necrosadas.

Na prática, os dois tipos de danos podem trazer prejuízos, no entanto, o dano de oviposição é mais prejudicial.

Isso ocorre porque as larvas do bicudo se desenvolvem nessas estruturas reprodutivas e impossibilitam o desenvolvimento do capulho. 

Além disso, temos o aumento da população da praga, pois, com as larvas protegidas dentro do botão floral e maçã do algodoeiro, o inseticida não consegue penetrar.

Medidas de manejo para o bicudo-do-algodoeiro

  • O plantio-isca para atrair os bicudos e eliminá-los com inseticidas antes do plantio definitivo;
  • O uso de armadilhamento, no qual em um tubo de papelão biodegradável é colocado o feromônio sintético para atração do bicudo e também é pincelado óleo de algodão com inseticida de efeito de choque;  
  • A eliminação dos restos culturais após a colheita, pois nesse momento o bicudo se dispersa para refúgios e pode permanecer em diapausa durante a entressafra;
  • Pulverização de inseticidas em área total.

É importante ressaltar a importância do armadilhamento para essa praga que, assim como na mosca-das-frutas, vem trazendo bons resultados.

No portal Agrofit existem 112 produtos registrados para o manejo do bicudo.

Mosca-branca (Bemisia tabaci – biótipo B)

Assim como a lagarta do cartucho, a mosca-branca Bemisia tabaci é um tipo de praga cosmopolita e polífaga.

Já foi detectada se desenvolvendo em plantas de milho, cultura que anteriormente era uma alternativa para “quebrar” o seu ciclo biológico.

foto de Presença de Bemisia tabaci biótipo B em plantas de milho

Presença de Bemisia tabaci biótipo B em plantas de milho
(Quintela et al., 2016)

Ao longo de um ano, a mosca-branca pode produzir até 15 gerações e é uma das principais pragas agrícolas atualmente.

Nas culturas hospedeiras, se localiza preferencialmente na face inferior das folhas. Ali ovipositam, em média, de 150 a 300 ovos.

Uma característica dessa praga é que, após se alimentar nas folhas, é comum observar a presença de uma substância açucarada e pegajosa, conhecida como “honeydew”.

Os danos da mosca-branca podem ser agrupados em diretos e indiretos.

Danos diretos da mosca-branca

Na soja, o dano direto é causado tanto pelas ninfas como pelos adultos, que sugam a seiva, e as folhas infestadas podem apresentar manchas cloróticas. Além disso, podem ocorrer reduções na produtividade e antecipação do ciclo em até 15 dias.

Em períodos de veranico, os danos podem ser potencializados, pois a população da praga aumenta, a planta encontra-se fragilizada, e o dano pode ser potencializado.

Na cultura do algodão e da soja, é comum observarmos a formação da fumagina sobre as estruturas vegetativas e reprodutivas:

foto de Folhas de soja com sintomas de fumagina

Folhas de soja com sintomas de fumagina
(Fonte: Embrapa)

No algodão, o grande problema da formação da fumagina é a contaminação do línter, que prejudica diretamente a qualidade da fibra e, até mesmo, a colheita.

Danos indiretos da mosca-branca

Com relação ao dano indireto, este é caracterizado pela transmissão de vírus nas culturas hospedeiras.

No algodão, os vírus do grupo geminivírus são os mais comuns. Na cultura da soja, a mosca-branca é transmissora do vírus da “necrose-da-haste”, do grupo dos carlavírus.

Ainda na soja, é possível observar o enrolamento e clorose das folhas. Esse conjunto de fatores impacta diretamente na produtividade.

Atualmente no portal Agrofit existem mais de 55 produtos registrados para o manejo da mosca-branca na soja e 49 no algodão.

Lagarta-do-cartucho do milho (Spodoptera frugiperda)

Existe um complexo de lagartas do gênero Spodoptera e a espécie Spodoptera frugiperda, lagarta-do-cartucho, é a praga-chave da cultura do milho, além de ser um sério problema nas culturas da soja e do algodão.

É uma praga polífaga, ou seja, consegue se alimentar de diferentes espécies de plantas. Por isso, está associada à maioria das culturas anuais de importância econômica.

No milho, as lagartas preferem alimentar-se de folhas novas, mas também podem atacar as espigas.

Devido ao canibalismo dessa praga, é comum observar no cartucho do milho apenas uma lagarta. 

Sintomas típicos de seu ataque no milho são folhas raspadas e/ou desfolhadas no cartucho. Em casos severos, verificamos o cartucho destruído e espigas danificadas.

Tanto no milho quanto na soja e no algodão, as lagartas podem atacar a base/colo das plantas recém emergidas, semelhante o comportamento típico da lagarta-rosca (Agrotis ipsilon).

Além disso, na soja e no algodão essa lagarta também pode atacar suas estruturas reprodutivas: vagens, capulhos e maçãs. Ao danificá-las, comprometem diretamente a produtividade.

foto de Spodoptera frugiperda atacando maçãs do algodoeiro

Spodoptera frugiperda atacando maçãs do algodoeiro
(Fonte: Senar)

No portal Agrofit existem 213 produtos comerciais registrados para a cultura do milho, 34 para a essa praga na soja e 70 para o algodão.

Você pode ver mais sobre a Spodoptera frugiperda nestes artigos:

Passo a passo de como combater a lagarta-do-cartucho

“As tecnologias que você precisa saber para controlar “Spodoptera frugiperda”

Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis)

Atualmente, a cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis é considerada uma das principais pragas na cultura do milho.

Uma característica comportamental marcante dessa praga é sua agilidade em se movimentar.

Ela está entre as pragas mais importantes do milho e isso se deve pela capacidade em transmitir doenças.

Assim, plantas infectadas podem manifestar a doença do enfezamento pálido, vermelho e o raiado fino:

três fotos, uma ao lado da outra, mostram Cigarrinha-do-milho e as doenças enfezamento pálido e vermelho

Cigarrinha-do-milho e as doenças enfezamento pálido e vermelho
(Fonte: Pioneer)

As plantas doentes apresentam entrenós encurtados e ficam definhadas, com menor porte. Assim como a mosca-branca, a cigarrinha-do-milho também produz a substância açucarada “honeydew”.

A principal estratégia de manejo adotada para essa praga é o tratamento de sementes com inseticidas sistêmicos e a pulverização foliar com inseticidas com ação de choque e com efeito residual. 

No portal Agrofit existem 27 produtos registrados para seu manejo.

Percevejo-marrom (Euschistus heros)

Euschistus heros possui ciclo biológico – fase de ovo até a fase adulta – médio de 29 dias. Em geral, os adultos dessa praga possuem longevidade média de 116 dias.

Nas vagens ou folhas são observadas pequenas massas de ovos, na média de 5 a 8 ovos. Ali as ninfas permanecem ao redor dos ovos até atingirem o segundo ínstar.

A partir dessa fase é que podemos observar os danos. Ao penetrar seu aparelho bucal nas vagens para se alimentar, eles atingem as sementes.

Em consequência, o ataque desse percevejo danifica diretamente os tecidos da semente ou grão, que ficam praticamente todos chocos e enrugados.

Assim, há perda de massa do grão, de qualidade e sua inviabilização para ser comercializado como semente.

Além disso, é comum notarmos retenção foliar e vagens murchas devido à intensa sucção de seiva.

Percevejo-marrom atacando vagens de soja - principais pragas agrícolas

Percevejo-marrom atacando vagens de soja
(Fonte: Arquivo pessoal do autor)

No Agrofit existem 58 produtos registrados para o manejo do percevejo marrom na cultura da soja e 3 produtos na cultura do algodão.

Ácaro-rajado (Tetranychus urticae)

Outra praga muito comum e polífaga é o ácaro-rajado. Embora tenha características muito semelhantes aos insetos, essa praga é uma aracnídeo (classe Arachnida).

A espécie Tetranychus urticae pode atacar muitas culturas. Dentre elas, algodão, soja e feijão são as que mais sofrem. 

Ela tem o hábito de formar teias nas folhas, o que cria um ambiente propício para seu desenvolvimento e ainda protege as ninfas e os adultos de possíveis ataques de predadores. 

Além disso, essa teias prejudicam o controle químico e a solução é aplicar jatos de água na lavoura para que sejam destruídas.

O ciclo desse ácaro varia de acordo com as condições ambientais, mas, em média, costuma ser de 7 a 20 dias. 

fotos de adultos de ácaro-rajado e teia que produzem na planta: principais pragas agrícolas

 Adultos de ácaro-rajado e teia que produzem na planta
(Fonte: University of Florida)

Os ataques são mais comuns em épocas com altas temperaturas e clima seco. Os danos são diretos com perfurações das células superficiais e redução da capacidade fotossintéticas das plantas. 

É importante fazer o manejo integrado desse ácaro, pois o manejo convencional tende a selecionar as populações resistentes. 

Os principais métodos são controle biológico com ácaros predadores e entomopatógenos; controle cultural, com destruição de restos culturais e manejo de plantas invasoras; além de controle químico com a rotação de diferentes modos de ação. 

No portal Agrofit existem 32 produtos registrados para o manejo de ácaro-rajado na cultura da soja, 72 produtos para a cultura do algodão, 12 para feijão e 1 para milho. 

Manejo Integrado de Pragas (MIP) 

É importante que você tenha em mente que o controle de todas essas pragas deve seguir preceitos do Manejo Integrado de Pragas (MIP).

O MIP não visa eliminar as pragas, mas mantê-las abaixo do nível de controle, de maneira equilibrada, após verificação com monitoramento. 

Dessa maneira você conseguirá evitar a resistência de pragas-chave a pesticidas, o uso irracional dos pesticidas, ressurgência de pragas em níveis muito mais altos, contaminação do ambiente e pesticidas incompatíveis com o controle biológico. 

Perguntas frequentes sobre as principais pragas agrícolas e o Manejo Integrado de Pragas (MIP)

Próximo ao plantio, posso usar inseticida na dessecação?

No momento da dessecação da área, poderá ser feita a aplicação de inseticidas junto ao herbicida.

Antes disso, é preciso fazer amostragens na área para verificar a densidade populacional.

Spodoptera frugiperda, Helicoverpa armigera e Dichelops melacanthus são as principais pragas-alvo nessa fase.

Entre os inseticidas utilizados nesse momento estão os pertencentes aos grupos químicos metilcarbamato e organofosforado (grupo 1A e 1B do IRAC).

Quais outras medidas posso tomar?

Paralelo a isso, você também pode fazer o tratamento de sementes com inseticidas de contato e sistêmico.

O intuito é garantir o estande de plantas na área, prevenindo os danos de insetos de solo e parte aérea.

Os principais inseticidas utilizados são do grupo químico dos neonicotinoides (grupo 4A do IRAC), piretroides (grupo 3A do IRAC), metilcarbamatos (grupo 1A do IRAC) e pirazol (grupo 2B do IRAC).

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Como manejar a resistência das principais pragas agrícolas?

Fase inicial de plantio

Se for necessário, aplique um inseticida foliar até 25 dias após a semeadura.

Os produtos devem ter mecanismos de ação diferente do inseticida utilizado no tratamento de sementes.

Portanto, inseticidas com o mesmo mecanismo de ação utilizado para tratar as sementes não deverão ser utilizados por pelo menos 30 dias.

Pós-fase inicial de plantio

Caso mais de uma aplicação de inseticida seja necessária durante o período de 30 dias após a semeadura, opte por inseticidas com mecanismo de ação diferente.

É importante saber que é possível fazer aplicações múltiplas do mesmo mecanismo de ação dentro de um período de 30 dias.

Veja o exemplo abaixo os usos de inseticidas divididos em três momentos:

Esquema demonstrando como fazer a rotação com diferentes mecanismos de ação por janela ou geração da praga (30 dias)

Esquema demonstrando como fazer a rotação com diferentes mecanismos de ação por janela ou geração da praga (30 dias)
(Fonte: IRAC)

Conclusão

As pragas listadas aqui são polífagas, altamente adaptadas ao sistema agrícola, de extrema importância econômica e quase sempre de difícil controle.

Para isso, é importante planejarmos e fazer o uso correto das ferramentas de MIP disponíveis.

Se as medidas preventivas, na entressafra, não forem realizadas adequadamente, sem a destruição de plantas daninhas e tiguera, essas pragas vão causar prejuízos econômicos.

Tendo isso em vista, faça seu planejamento agrícola, coloque em prática nossas dicas e boa safra!

“Inseticidas ecdisteroides: como agem nos insetos e por que são uma boa opção de manejo”

Quais as principais pragas agrícolas que te dão mais dor de cabeça? Tem mais dicas sobre essas pragas? Restou alguma dúvida? Deixe seu comentário!

Atualizado em 05 de novembro de 2020 por Thaís Fagundes Matioli
Agrônoma formada pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), mestra em ciências/entomologia e doutoranda no Departamento de Entomologia da Esalq-USP.

Comentários

  1. Rui Rodrigues disse:

    Obrigado pela partilha de informação!

  2. Giovanny Castro disse:

    Obrigado pela informação!

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