Blog Aegro Logo
Blog da Aegro para negócios rurais
defensivos-agricolas-8-curiosidades

Defensivos agrícolas: importância e principais tipos 

- 14 de dezembro de 2017

Atualizado em 11 de julho de 2022.

Defensivos agrícolas: entenda os diferentes tipos, dicas de aplicação e segurança no uso destes produtos tão importantes na produção de alimentos

São defensivos agrícolas os produtos utilizados nos setores de produção, para o controle de seres vivos prejudiciais à lavoura e aos ambientes urbanos.

Tanto os produtos sintéticos químicos (como fungicidas, herbicidas, inseticidas, acaricidas, nematicidas e bactericidas), quanto aqueles de os defensivos agrícolas biológicos são classificados defensivos.

Esses produtos têm a capacidade de controlar os organismos nocivos aos cultivos, paralisando o crescimento e/ou reprodução.

Neste artigo, veja a importância dos defensivos, quais são os principais tipos e mais!  Boa leitura!

O que são defensivos agrícolas?

Defensivos agrícolas são produtos químicos, físicos ou biológicos destinados à proteção de culturas agrícolas e dos seres humanos, controlando seres vivos considerados nocivos. Eles podem ser chamados de agrotóxicos, produtos fitossanitários, pesticidas, praguicidas, etc.

Vale lembrar que não existe diferença entre agrotóxico e defensivo agrícola. Os dois termos significam a mesma coisa: produto que têm a função de “defender” as lavouras do ataque seres vivos considerados prejudiciais. 

Para que isso ocorra, os defensivos devem ser utilizados seguindo as boas práticas agronômicas, bem como as recomendações técnicas específicas. 

Além disso, a sua utilização deve ser realizada de forma sustentável. Isso é possível ao aliar outros métodos de controle disponíveis, de forma integrada.

O MID (Manejo Integrado de Doenças) e o MIP (Manejo Integrado de Pragas) são indispensáveis para prolongar a vida útil dos defensivos agrícolas.

O uso incorreto pode causar resistência dos organismos ao defensivo agrícola. A perda da eficiência de uma molécula causa danos econômicos aos agricultores e à agricultura de forma geral. Algumas práticas que podem causar resistência são:

  • ausência da rotação de ingredientes ativos;
  • planejamento inadequado com identificação incorreta do organismo praga;
  • aplicação e uso da dose incorreta do produto.

É importante lembrar da diferença entre fertilizantes e defensivos agrícolas. Fertilizantes são recomendados para adubação das culturas, e não são efetivos no controle de doenças. 

Os defensivos, por sua vez, são eficientes no combate às pragas e doenças. Eles interferem em alguma fase do desenvolvimento ou reprodução desses seres nocivos.

Importância do uso de defensivos agrícolas

O Brasil é o 5º maior país em extensão territorial, com as mais diversas condições climáticas ao longo da sua área. Além disso, o país conta com uma produção de grãos expressiva, além de inúmeras outras culturas agrícolas.

Este cenário contribui para que as mais diversas doenças e pragas de plantas se estabeleçam nas culturas agrícolas. As temperaturas altas do país contribuem com isso, acelerando a reprodução da maior parte dos insetos/pragas.

Além disso, não há inverno rigoroso no Brasil. O frio ajuda a diminuir a população inicial das pragas no começo das safras.

É fato que as aplicações de defensivos devem acontecer somente quando necessário. O uso indiscriminado, desrespeitando a bula, a legislação brasileira e todas as normas de segurança é crime.

No entanto, o uso de defensivos agrícolas é uma ferramenta indispensável na agricultura brasileira e no planejamento agrícola da sua lavoura.

Aliado a isso, com a alta dos custos de produção, é cada vez mais importante que o planejamento do uso seja rigoroso, seguindo as boas práticas agronômicas.  Cada aplicação desnecessária resulta em redução do retorno econômico do cultivo.

Além disso, os defensivos agrícolas otimizam o tempo de manejo de uma lavoura. Consequentemente, você gasta menos tempo e economiza com:

  • horas trabalhadas com os tratoristas;
  • com o combustível utilizado no maquinário;
  • com diárias dos trabalhadores;
  • reduz compra de muitos produtos;
  • manutenção de equipamentos/implementos de um modo geral.
banner-calculo-fertilizantes

Tipos de defensivos agrícolas

Os defensivos agrícolas podem ser de vários tipos, de acordo com o que controlam, sendo eles fungicidas, inseticidas, herbicidas, bactericidas, acaricidas e nematicidas. Vamos falar melhor sobre cada um deles a seguir:

Fungicidas

São utilizados para o controle de fungos causadores de doenças de plantas, como as manchas foliares, ferrugens, podridões radiculares, fungos de pós-colheita. Eles podem ser de contato, mesostêmicos e sistêmicos.

Os fungicidas de contato são aqueles que não penetram nos tecidos das plantas. Eles permanecem apenas sobre os tecidos externamente. Se a doença estiver com alta severidade, estes produtos não serão capazes de curar os tecidos internos. 

Os de contato possuem diversos sítios de ação na célula fúngica, ou seja, são fungicidas multissítios. Isso é benéfico para o manejo de resistência, associando-os a fungicidas sistêmicos (de um sítio-específico de ação).

Já os mesostêmicos e translaminares não são capazes de translocar por toda planta. Eles são aplicados em uma face da folha e conseguem em partes translocar para o outro lado, protegendo ambas as faces.

Os fungicidas sistêmicos, em contrapartida, são aplicados em um local da planta, e têm a capacidade de serem translocados via sistema vascular para outras partes da planta.

Os fungicidas são divididos em 14 grupos, em função do seu mecanismo de ação. 

Informações sobre resistência de fungos a fungicidas podem ser encontradas no Comitê de Ação a Resistência de Fungicidas – Frac Brasil. Nele, são publicadas estratégias de manejo para diferentes culturas.

Inseticida agrícola

São utilizados no controle de insetos. Vale ressaltar que, no caso de ácaros, alguns destes produtos não são eficientes. 

Assim como os fungicidas, o inseticida agrícola pode agir por contato direto com o inseto, por ingestão, fumigação (deve ser inalado em forma de gás pelo inseto) serem absorvidos (sistêmicos) ou não pelas plantas.

Os inseticidas são classificados conforme seu sítio de ação, sendo cinco os principais grupos:

  • Ação em nervos e músculos: incluem 12 sítios primários de modos de ação;
  • Ação no crescimento e desenvolvimento: incluem 7 sítios primários de ação. Inseticidas reguladores de crescimento apresentam menor risco ao desenvolvimento de resistência aos inseticidas por parte dos insetos;
  • Ação na respiração celular;
  • Modo de ação no sistema digestivo ou intestino médio: um sítio primário de ação.
  • Modo de ação desconhecido ou inespecífico: incluem 15 sub-grupos.

O Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas publica recomendações de manejo de resistência para inseticidas para diferentes culturas agrícolas. Ele também publica relatos de resistência de espécies de insetos aos inseticidas.

Acaricidas

São utilizados para o controle de ácaros. Afinal, estes organismos possuem particularidades quando comparados aos insetos, sendo classificados como aracnídeos.

Alguns inseticidas e fungicidas podem ter ação acaricida, a depender do seu modo de ação. Alguns exemplos de acaricidas são o enxofre e a abamectina. 

No entanto, produtos biológicos também são recomendados, como aqueles à base de:

  • Beauveria bassiana;
  • Phytoseiulus macropilis;
  • Metarhizium anisopliae;
  • Hirsutella thompsonii ;
  • Neoseiulus californicus (recomendados no controle de Tetranychus urticae conhecido como ácaro-rajado).

Herbicidas

São destinados ao controle de plantas daninhas, e possuem diferentes modos de ação. São classificados de acordo com sua função, e podem ser seletivos ou não seletivos:

  • Seletivos: capacidade da espécie ou variedade de plantas, a qual se deseja realizar o controle de plantas daninhas, de tolerar o herbicida.
  • Não-seletivos: atuam sobre todas as espécies de plantas. Para este grupo, a aplicação deve ser dirigida ao alvo, evitando as plantas de interesse agrícola, ou então utilizando culturas transgênicas (que sejam resistentes aos herbicidas, como no caso de algumas cultivares de soja).

Os herbicidas são ainda classificados em função da época em que são aplicados sobre os cultivos em:

  • Pré-plantio: o qual tem como finalidade o controle da população inicial de plantas daninhas presentes na área e no banco de sementes (no solo), e que podem emergir. São amplamente utilizados como dessecantes.
  • Pós-plantio, pré-emergência ou pós-emergentes: aplicados após a emergência da cultura de interesse e das plantas daninhas. São absorvidos pelas raízes ou folhas.

Outra classificação é em função da translocação, podendo ser de contato, quando atuam próximo ao local onde foram aplicados, e sistêmicos, quando translocam via sistema vascular nos tecidos da planta.

Nematicidas

Os nematicidas são defensivos agrícolas naturais ou biológicos, utilizados no controle de nematóides (pequenos vermes que habitam o solo e podem causar doenças em plantas, como o nematoide das galhas).

Os nematicidas podem estar inclusos na classe dos inseticidas e fungicidas (quando têm esta ação, conforme o Agrofit).

Alguns nematicidas importantes são compostos por microrganismos, como exemplo:

  • Bacillus firmus;
  • Bacillus subtilis;
  • Bacillus amyloliquefaciens.

Além disso, também podem ser compostos pelo fungo Purpureocillium lilacinum, no controle de Meloidogyne incognita (nematoides-das-galhas). Esses produtos são aprovados para uso em todas as culturas.

Bactericidas

São produtos utilizados exclusivamente no controle de bactérias. Neste caso, alguns fungicidas, especialmente aqueles classificados como orgânicos (compostos por enxofre e cobres fixos, como o oxicloreto de cobre e óxido cuproso).

Os bactericidas não são tão usuais em grandes culturas.

Tabela com tipos de pragas e defensivos agrícolas indicados
(Fonte: Adaptado de Andef)

Classificação toxicológica de defensivo agrícola

Todo defensivo agrícola no Brasil exibe no rótulo sua classificação toxicológica (potencial de risco à saúde humana) e sua classificação ambiental (potencial de risco ao meio ambiente).

Essa classificação recebe um código em cores:

Classificação toxicológica dos defensivos agrícolas
(Fonte: Anvisa)

É necessário ter muito cuidado na utilização dos defensivos. Por isso, se atente aos rótulos, use somente quando necessário e siga todas as recomendações de segurança.

E então você pode se perguntar: quais são os agrotóxicos mais perigosos? A resposta não é tão simples. Um agrotóxico, mesmo que com classe pouco tóxica, pode ser perigoso se utilizado de forma inadequada.

A recomendação é de que sempre se busque utilizar o defensivo de classificação toxicológica menor, que seja eficiente no controle que se deseja. Por isto, o conhecimento técnico sobre como os defensivos atuam nas plantas e nas pragas, é indispensável.

Quantos tipos de agrotóxicos existem no Brasil?

A cada ano, novos produtos são registrados no país. Atualmente, são mais de 5 mil agrotóxicos registrados no Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). 

Muitos são elaborados a partir de misturas de moléculas já existentes. Afinal, o desenvolvimento de uma nova molécula pode levar mais de 10 anos, além de envolver vários custos.

Na figura a seguir, é possível observar a evolução na comercialização e quais os ingredientes ativos mais vendidos e utilizados no país, desde 2009.

Gráfico com principais ingredientes ativos dos defensivos no Brasil
Principais ingredientes ativos (i.a) comercializados no Brasil de 2009 a 2020
(Fonte: Matias, 2021)
Dados de área tratada, valor de produto aplicado, volume, custo médio, dose média aplicada, área tratada por cultura e valor de produto aplicado por estado. Os dados demonstram que soja, milho e algodão, são as culturas em que os defensivos são utilizados em maior volume. O estado do Mato Grosso é o que mais utiliza os defensivos no país.
(Fonte: Sindiveg, 2021)

Planejamento e aplicação de agrotóxicos

Para eficiência do uso e aplicação segura de um defensivo agrícola, uma série de cuidados devem ser tomados. Utilizar apenas produtos registrados no Mapa para a cultura de interesse é o principal. 

Produtos não registrados para a cultura não devem ser utilizados. Além disso, é necessário ficar de olho em outros detalhes. Acompanhe-os a seguir.

Uso do Equipamento de Proteção Individual

Utilize obrigatoriamente o Equipamento de Proteção Individual, composto por viseira, respirador, jaleco, avental, luva e calça. 

Além disso, é importante observar a ordem de retirada do EPI. Comece pelas roupas, lave as mãos com as luvas e somente então retire o respirador.

Escolha do produto correto

Escolha o produto correto para o organismo alvo. É  indispensável que a praga ou patógeno seja devidamente identificado. A identificação incorreta pode levar ao uso de um produto que não seja eficiente

Além disso, o uso de um fungicida em um local sem o fungo específico desse determinado produto compromete o controle. O produtor gastará recursos financeiros e não terá o controle eficiente da doença a campo.

Planeje as pulverizações

O planejamento da pulverização vem de encontro com o item anterior. O conhecimento sobre quais as pragas e doenças têm ocorrido na área de cultivo e seus aspectos biológicos é indispensável.

Afinal, as pragas e doenças podem sobreviver em restos culturais e hospedeiros alternativos (incluindo plantas daninhas). Desta forma, faz parte do controle, planejar inclusive a rotação de culturas e/ou eliminação de plantas daninhas da área.

De posse das informações do histórico da área, é possível reduzir a população das pragas e patógenos causadores de doenças em plantas. Isso reduz, inclusive, o uso de defensivos, quando bem planejado e implantado. Isso traz benefícios financeiros, à saúde e ao meio ambiente.

Cuidado com as condições climáticas

Outro fator indispensável é observar as condições climáticas ideais para a aplicação dos defensivos. 

Uma das discussões recentes acerca deste assunto, está em torno da restrição do uso e comercialização do herbicida 2,4-D., justamente pela não observância das recomendações técnicas.

Para o uso do herbicida 2,4-D, é indispensável que as recomendações técnicas sejam observadas, especialmente velocidade do vento e condições climáticas

Além das condições climáticas, a tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas também deve ser considerada.

Cuidar da velocidade de aplicação e da escolha da ponteira ideal (ela deve ser, preferencialmente, com injeção de ar e de adjuvantes) são ações que minimizam o problema de deriva

Como reduzir o uso de defensivos agrícolas com uso de tecnologia

O uso de tecnologia está ajudando a evoluir o agronegócio brasileiro. Segundo a Embrapa, o manejo integrado de pragas reduz aplicações de defensivos em quase 50%.

Além de ser importante para aumentar seu lucro, prejudica menos o meio ambiente, a saúde de seus funcionários e garante sua própria segurança.

Uma das etapas do MIP é o monitoramento. É por meio dele que você verifica se a praga, planta daninha ou microrganismo causador de doenças de plantas atingiu o nível de ação de controle. Só então você pode proceder com a aplicação.

O monitoramento pode ser feito e anotado de várias formas. Porém, a forma mais adequada e segura é por aplicativos. Neles, você pode acessar seus dados de qualquer lugar e nunca perdê-los.

Além disso, com aplicativos como o Aegro, você georreferencia seus pontos de amostragem com facilidade. Através deles, você pode saber exatamente o que está acontecendo no campo e como fazer aplicações mais seguras.

(Fonte: Aegro)

Para  ver os recursos do Aegro em ação, teste 7 dias gratuitamente ou peça uma demonstração gratuita.

Conclusão

Os defensivos agrícolas já são, há muito tempo, essenciais para a agricultura pela praticidade e economia de tempo ao produtor rural.

Apesar de  trazerem benefícios na produção de alimentos no mundo, é preciso responsabilidade e cuidado para utilizá-los quando necessário e da maneira correta.

Na dúvida, não deixe de consultar um(a) engenheiro(a)-agrônomo(a) e de pedir as recomendações ideais para a sua cultura e para a doença que está a atingindo.

Como você tem utilizado os defensivos agrícolas na sua lavoura? Compartilhe conosco a sua experiência, gostaria de ver seu comentário abaixo!

Atualizado em 11 de julho de 2022 por Bruna Rhorig.

Bruna é agrônoma pela Universidade Federal da Fronteira Sul, mestra em fitossanidade pela Universidade Federal de Pelotas e doutoranda em fitotecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul na área de pós-colheita e sanidade vegetal.

Comentários

  1. Marlon Witte disse:

    A lei é clara, “defensivos agrícolas” é um nome fantasia para “AGROTÓXICOS” – Lei 7802-1989 – Lei dos Agrotóxicos – http://www.agricultura.gov.br/assuntos/insumos-agropecuarios/insumos-agricolas/agrotoxicos/legislacao/arquivos-de-legislacao/lei-7802-1989-lei-dos-agrotoxicos/view

    1. Maiara Maria Franzoni disse:

      Oi Marlon! Realmente, o nome desses produtos (pela lei aqui do Brasil) é Agrotóxicos, mas comumente e popularmente também é chamado de muitos outros nomes, como defensivos agrícolas. Muito obrigada por sua contribuição! Continue nos acompanhando para ver mais artigos como esse 🙂

  2. GILBERTO BARACAT JUNIOR disse:

    Apesar de estar na lei, o nome “agrotóxico” não é tecnicamente correto. “Defensivo agrícola” o precede. Quem criou a palavra “agrotóxico” foi o professor da ESALQ Adilson Paschoal, nos anos 80, e para mim suspeito para falar sobre tal assunto, por ter uma visão enviesada e distorcida da realidade. Uma analogia poderia ser feita com uma hipotética expressão “medicotóxicos” para medicamentos ou “alcooltóxicos” para bebidas alcoólicas”, por exemplo. Na minha opinião, também estariam tecnicamente erradas. Algo só é tóxico quando absorvido pelo organismo em quantidade que faça realmente mal, o que não acontece com os defensivos agrícolas. Milhões de pessoas morrem todos os anos vítimas de intoxicação medicamentosa e alcoólica, e não por ingerir alimentos. Então deixemos de hipocrisia, Marlon Witte.

    No mais, muito bom este artigo. Sensato e consciente.

    GILBERTO BARACAT JÚNIOR

    Engenheiro Agrônomo pela ESALQ/USP em 1985, MBA “Comércio Internacional” pela FEA/USP, pós graduado em Marketing e Mestre em “Gestão de Sistemas Agroindustriais”, também pela FEA/USP.

    1. Jackellyne disse:

      Parabéns pelos argumentos Gilberto, pessoas como você nos motiva cada dia mais!
      Qualquer comentário será muito bem vindo, estamos aqui para somar para todos do mundo Agro.

      Continue nos acompanhando sempre!

  3. Os agrotóxicos usados no Brasil são proibidos no Japão e Europa

    1. Olá Sirlei!

      Alguns produtos são proibidos fora do Brasil devida a legislação, sendo que a realidade desses países (como explicamos no artigo) são bem diferentes da nossa. Obrigada por nos acompanhar! Abraço

  4. Adrian Paz disse:

    Muito boa matéria! Traz conceitos importantes até para a formação médica, como é o meu caso. Continuem com o excelente trabalho! Parabéns

    1. Jackellyne disse:

      Obrigada Adrian, apesar de muito comum, ter cuidado no manuseio com esses produtos é fundamental!

      Continue sempre com a gente =)

  5. João Josué Batista Neto Batista Neto disse:

    Excelente este artigo, concordo plenamente com o colega Gilberto pois o termo agrotóxico é inadequado para as moléculas que defendem (defensivos agrícolas) nossa agricultuta .
    João Josué Barista Neto Engenheiro Aagrônomo mestre em produçao vegetal pela UFT.

    1. Jackellyne disse:

      Muito grata por seu comentário João!
      Estamos aqui, todos nós para melhorar e ajudar o produtor rural a abastecer o mundo com alimentos, então, existem algumas medidas que devem ser utilizadas para a produção em larga escala.
      O uso de defesivos agrícolas com certeza é uma prática comum, que seguidos todos os critérios a risca, só causam benefícios =D

  6. Alexandre Densi de Miranda disse:

    A venda de uma quantidade de defensivo que conforme recomendações da bula, abrange um área superior a produzida, pode ser realizada?
    Caso não possa, a responsabilidade pela operação recaem sobre quem, produtor (comprador) ou ao comerciante?

  7. Tiago disse:

    Ola sou produtor de café e até sou novo na área até hoje os técnicos não tiraram minha dúvida se possível gostaria de saber quais os fungicidas precisam de ser usado junto com óleo mineral adjuvante ? como saber quais deles precisa vem escrito na bula?

    1. Olá, Tiago. Tudo bem!?

      O correto é sempre checar as recomendações da bula de cada produto.
      Nela você encontra as informações necessárias para aplicar corretamente o fungicida, se é necessário a adição e qual tipo de adjuvante você deve utilizar.

      Qualquer dúvida estou à disposição para ajuda-lo.
      Abraços.

  8. André disse:

    Muito esclarecedor!
    Maiara, gostaria de sua opinião sobre o uso do acido acético como herbicida.Existem diversos estudos que indicam certa eficacia e diversos produtos a base de acido acético e acido cítrico mundo a fora. Porque ainda não possuímos tais produtos?
    Obrigado

  9. Adilon disse:

    Boa tarde, gostaria de saber qual produto devo usar para matar ervas daninhas que estão tomando meu gramado, (grama esmeralda)? 21 992289657.
    Obrigado.

    1. Raíssa Natasha Ciccheli disse:

      Olá, Adilon
      Sou da comunicação da Aegro.
      Infelizmente não temos essa informação específica. O que recomendamos é que você retire uma amostra de cada tipo de erva daninha presente no seu gramado e leve a uma loja especializada em defensivos agrícolas, que tenha um agrônomo responsável para te orientar e analisar suas amostras.
      Obrigada por nos acompanhar, abraço!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.