Descomplique a entrega do Livro Caixa do Produtor Rural: Guia Completo

Conheça os prazos, a importância da entrega e conteúdo essencial do Livro Caixa Digital do Produtor Rural!

O livro caixa é uma ferramenta essencial para qualquer produtor rural que deseje manter suas finanças organizadas e em conformidade com a legislação vigente.

Seja você um pequeno agricultor familiar ou um grande proprietário de terras, a adoção e o correto preenchimento do livro caixa são passos fundamentais para uma gestão financeira eficaz e transparente.

Neste artigo, exploraremos a importância do livro caixa para o produtor rural, como fazer e quando entregá-lo.

Importância do Livro Caixa para o Produtor Rural

Controle Financeiro: O livro caixa é uma ferramenta valiosa para acompanhar todas as entradas e saídas de recursos financeiros relacionados à atividade rural. Ele permite um controle preciso das receitas e despesas, facilitando a identificação de possíveis excessos ou deficiências financeiras.

Evidência Contábil: Manter um livro caixa atualizado proporciona uma base sólida para evidenciar a movimentação financeira da propriedade rural. Isso é crucial para comprovar a origem dos recursos e demonstrar transparência em eventuais auditorias fiscais ou demandas legais.

Planejamento Financeiro: Ao registrar todas as transações financeiras, o produtor rural pode analisar padrões de gastos e receitas ao longo do tempo. Isso permite um melhor planejamento financeiro, identificando áreas de investimento ou corte de custos que possam otimizar a rentabilidade da atividade rural.

Cumprimento Legal: Em muitos países, a legislação tributária exige que os produtores rurais mantenham registros contábeis precisos, como o livro caixa. O não cumprimento dessas obrigações pode resultar em penalidades financeiras e complicações legais.

Solução Aegro para o Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR)

Quem está obrigado ao Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR)?

A entrega anual do LCDPR é obrigatória para todos os produtores que encaixam com as normas estabelecidas no artigo 22, conforme o Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal.

Produtores que tiveram resultados inferiores a esse podem apresentar o LCDPR de forma voluntária. Entretanto, a partir dessa apresentação voluntária, a atividade será obrigatória para os próximos anos.

Quando há mais de uma pessoa na área de exploração rural, o valor total das receitas anuais deve ser dividido entre as partes. Ou seja, quem tiver o rendimento acima do teto entra na lista dos declarantes.

Qual o prazo de entrega do LCDPR?

O prazo para a entrega do LCDPR inicia em 15 de março de 2024 e encerra em 31 de maio de 2024, proporcionando um total de 77 dias para concluir os ajustes e entregar o documento. Assim, a data limite para a entrega do LCDPR é 31/05/2024.

Como Fazer o Livro Caixa do Produtor Rural

Conforme o manual da Receita Federal para o Livro Caixa do Produtor Rural (LCDPR), é necessário apurar o resultado da exploração da atividade rural no Brasil por meio da escrituração deste livro. 

Ele deve abranger todas as receitas, despesas de custeio, investimentos e outros valores relacionados à atividade desenvolvida em território brasileiro.

Escolha o Formato: O livro caixa pode ser feito manualmente em um caderno ou em formato digital utilizando planilhas eletrônicas ou softwares de gestão financeira. Escolha o formato que melhor se adapte à sua rotina e preferências.

Registre Todas as Transações: Anote todas as movimentações financeiras relacionadas à atividade rural, incluindo vendas de produtos, compras de insumos, despesas com manutenção de equipamentos, entre outros.

Organize por Categorias: Para uma melhor compreensão e análise dos dados, organize as transações em categorias específicas, como receitas, despesas operacionais, investimentos, entre outras.

Mantenha Atualizado: É fundamental manter o livro caixa sempre atualizado, registrando as transações assim que ocorrerem. Isso evita o acúmulo de trabalho e garante a precisão das informações.

Quais são as multas do LCDPR?

Se você deixar de apresentar o Livro Caixa Digital do Produtor Rural no prazo ou apresentar inadequadamente, poderá receber multas. Penalidades também podem acontecer. As penalidades são a suspensão ou cassação da inscrição de produtor.

As multas, em geral, são:

  • R$ 100 por mês-calendário ou fração, por apresentação fora do prazo;
  • R$ 500 por mês-calendário, por não cumprimento à intimação da Receita Federal para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados;
  • 1,5%, não inferior a R$ 50, do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros. Isso em relação aos quais seja responsável tributário, no caso de informação omitida, inadequada ou incompleta.

Como o Aegro simplifica a entrega do LCDPR?

O Aegro facilita significativamente a entrega do livro caixa do produtor rural de diversas maneiras. 

O sistema oferece ferramentas para o registro de todas as transações financeiras relacionadas à atividade rural, como vendas de produtos, compras de insumos, despesas operacionais, entre outras. 

Com isso, o produtor organiza automaticamente os dados financeiros em categorias específicas, o que facilita a compreensão e análise das informações contidas no livro caixa.

captura de tela do Anotador no sistema de gestão rural Aegro, documentação do Livro Caixa Digital do Produtor Rural LCDPR
Tela do Livro Caixa do Produtor Rural no Aegro

Outra funcionalidade é a possibilidade de compartilhar dados com o contador, permitindo uma transição suave e eficiente dos dados financeiros para a elaboração de relatórios contábeis e a preparação para a entrega do livro caixa.

Os produtores rurais podem acompanhar em tempo real o desempenho financeiro de sua atividade, visualizando relatórios e gráficos que fornecem insights valiosos para a tomada de decisões.

O Aegro auxilia os produtores rurais a manterem-se em conformidade com as obrigações legais relacionadas à entrega do livro caixa, fornecendo orientações e lembretes sobre prazos e procedimentos necessários.

Em resumo, oAegro simplifica e agiliza o processo de entrega do livro caixa do produtor rural, proporcionando maior eficiência, precisão e conformidade com a legislação vigente.

Conclusão

Em resumo, o livro caixa é uma ferramenta indispensável para o produtor rural que busca uma gestão financeira eficiente, transparência nas operações e conformidade com a legislação tributária.

Ao adotar boas práticas de registro e manutenção do livro caixa, o produtor rural estará mais preparado para enfrentar os desafios do mercado e garantir o sucesso de sua atividade agrícola.

Gestão rural com planilhas: Cuidados que você deve ter

Gestão rural: A gestão rural é um processo complexo e o uso de planilhas pode auxiliar na melhor administração do seu negócio

Em qualquer empresa, a gestão é representada pelo processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos com a finalidade de alcançar os objetivos.

Assim, a gestão rural tem como função realizar o estudo dos processos de decisões administrativas ligadas ao agronegócio, aliando os resultados financeiros à produtividade da lavoura.

O uso de uma planilha pode auxiliar na gestão do seu negócio, sendo uma ótima estratégia para a melhorar o desempenho do seu negócio.

Através de dados e cálculos, elas podem auxiliar em estratégias que irão garantir mais sucesso dentro do sistema de produção, principalmente, em um cenário de custos de produção elevados.

Portanto, neste artigo vamos explicar como realizar a gestão rural com o auxílio de planilhas. Boa leitura!

O que é gestão rural?

A gestão rural é o processo de tomada de decisões com a finalidade de administrar um negócio no campo. Essas medidas envolvem tanto os processos de produção quanto estratégias de negócios, visando seu desenvolvimento.

Realizar uma boa administração rural é fundamental para que a empresa obtenha sucesso e se desenvolva no mercado do agronegócio. Para isso, o gestor poderá enfrentar desafios como o controle da produção, gestão de trabalhadores, otimização dos processos, impactos ambientais, entre outros.

A função exige não somente que o gestor tenha conhecimento, mas que também conte com uma equipe qualificada e com ferramentas eficientes.

Como fazer registros eletrônicos nas propriedades?

Nas propriedades rurais, principalmente nas pequenas, é muito comum fazer o registro das contas de forma manual. O que esses gestores talvez não saibam é que o registro eletrônico pode ser mais simples do que imaginam.

O registro eletrônico pode ajudar muito no planejamento de metas e objetivos, dando conta de um volume maior de dados. Também pode ser feito sem custos e a agilidade e precisão na análise são maiores.

Com a informatização na agropecuária, problemas nos processos podem ser identificados com maior rapidez e precisão.

Importância do controle financeiro

Realizar o controle financeiro permite que o produtor tenha maior clareza na observação das entradas e saídas no caixa da empresa rural.

O controle diário, facilita a análise e o planejamento da empresa rural. É importante separar os controles diários dos controles mensais. Essas informações precisam ser registradas de forma sistemática e contínua.

Somente após períodos maiores será possível avaliar tendências e pensar em mudanças.

Os controles diários auxiliam nas decisões rápidas, na obtenção mais imediata de informações e demonstração mais rápida e clara dos dados.

Os controles mensais são fundamentais para o acompanhamento e controle dos recursos, apresentando uma visão de conjunto e de relevância.

Quais são as ferramentas de gestão rural?

As ferramentas de gestão rural sempre existiram, mesmo antes do computador. Um exemplo disso é o livro caixa de papel. Porém, com os avanços da tecnologia, surgiram novos métodos para simplificar tarefas e processos na gestão rural.

Essas ferramentas tecnológicas tendem a aumentar a eficiência das propriedades rurais e otimizar seus resultados. 

Arquivos em papel

Apesar de ainda serem utilizados em muitos negócios, os arquivos de papel apresentam diversas desvantagens em relação às demais ferramentas de gestão rural.

Este material exige espaço para arquivamento e, muitas vezes, gera uma verdadeira bagunça no escritório. Além disso, ao anotar informações importantes em arquivos de papel, o produtor assume riscos.

Um simples descuido pode causar erros no caixa ou até mesmo na declaração do imposto de renda, por exemplo.

Com os arquivos de papel também fica mais difícil contar com a contribuição dos colaboradores da fazenda. Será muito difícil manter isso sem comprometer algo no futuro.

Planilhas

As planilhas de Excel são úteis em muitos casos, pois permitem a visualização das informações em gráficos e podem ser compartilhadas com os demais membros da equipe.

Contudo, para fazer a gestão da fazenda, é necessário criar diversas planilhas diferentes, para financeiro, contábil, estoque e planejamento da safra, por exemplo.

Dessa forma, o gestor da fazenda precisa preencher as mesmas informações mais de uma vez em diferentes lugares, o que acaba tornando o processo mais demorado e desgastante.

Além disso, sempre existe o risco de perder os arquivos e todo o histórico da propriedade, caso o produtor não faça backups da maneira adequada.

Softwares da gestão rural

Ao contar com um software de gestão criado especificamente para propriedades rurais, o produtor tem em mãos uma ferramenta eficiente, que gera dados valiosos para a tomada de decisão na fazenda.

O software de gestão rural da Aegro conta com sete módulos integrados que apoiam a administração de todos os setores da fazenda, eliminando a necessidade de lançar a mesma informação mais de uma vez.

O programa ainda torna as informações mais fáceis de entender, pois os dados são apresentados em gráficos bem organizados e funcionais.

Com o software Aegro é possível fazer o planejamento da safra, o controle de custo de produção, o controle de estoque rural, o caderno de campo, o controle de máquinas e patrimônio, produção e venda e indicadores agrícolas.

Quais os tipos de planilhas que podem ser usadas?

Existem diversas planilhas que podem ser usadas na gestão rural, auxiliando na gestão eficiente dos recursos e do negócio. As principais planilhas que são utilizadas na gestão rural são:

  • Fluxo de caixa;
  • Controle de estoque;
  • Custos de safra;
  • Depreciação de máquinas agrícolas;
  • Controle de custos com insumos.

Conclusão

Realizar uma boa gestão da fazenda é fundamental para seu negócio rural ter mais sucesso e melhorar a rentabilidade.

Neste artigo mostramos como fazer a gestão do seu negócio rural, as vantagens de utilizar a planilha e quais são as principais planilhas para usar na sua propriedade. Com esses recursos você tem melhor controle de custos, estoque, fluxo de caixa e custos de safra.

Como as ondas de calor e seca podem afetar a soja e milho

Ondas de calor e seca: O efeito de temperaturas acima das ideais e baixas pluviosidades para as culturas agrícolas e como o produtor pode se precaver para manter bons níveis de produtividade nesses casos

Introdução

É cada dia mais comum ouvirmos no meio rural que o clima tem influenciado negativamente na produção agrícola. O agronegócio é, em sua maioria, uma “indústria a céu aberto”, o que faz com que a atividade seja muito mais susceptível aos efeitos climáticos, sejam eles amenos ou mais extremos.

A temperatura é um fator primordial para o crescimento de plantas juntamente com a disponibilidade de água, os nutrientes, a radiação solar e demais fatores. Porém, grandes alterações de temperatura, tanto para mais ou para menos, podem causar prejudicar o crescimento de plantas e gerar queda de produtividade.

Com uma tendência de aumento global de temperatura, espera-se que as perdas por ondas de calor na agricultura mundial sejam cada vez maiores e mais recorrentes, por isso é importante conhecermos os efeitos da temperatura e água nas plantas, quais as soluções para diminuir os riscos e as técnicas de manejo para amenizar seus efeitos.

Nesse artigo trataremos do efeito das ondas de calor em cultivos agrícolas, com ênfase especial em milho e soja. Siga conosco.

Estresses abióticos e suas causas

Os estresses abióticos são definidos como alterações em fatores não-vivos que levem a condições não ideais para os cultivos agrícolas. Eles normalmente são alterações nos seguintes fatores: temperatura, precipitação, nutrientes, nível de poluentes ou materiais tóxicos, salinidade, etc.

A influência do clima, contudo, é a mais comumente reportada como limitante, sendo que a restrição hídrica e as altas temperaturas são as mais impactantes na agricultura tropical brasileira. Apesar de terem efeitos um pouco diferentes, normalmente os estresses de altas temperaturas (térmico) e de baixa disponibilidade de água (hídrico), acontecem em conjunto. 

Os padrões de alteração de elevação de temperatura e alteração do regime de chuvas são normalmente influenciados por efeitos climáticos, como o El Niño e La Niña e também por padrões globais que se alteram ao longo dos anos.

No Brasil, o fenômeno La Niña normalmente é relacionado à evento de seca e altas temperaturas no Sul do país, como observado na safra 2022/23. Já o El Niño causa efeitos similares na região Centro-Oeste, como visto no início da safra 2023/24.

Efeitos do El Niño e La Niña no Brasil (Fonte: Kasuya)

Como as ondas de calor e seca influenciam as plantas?

Toda planta tem uma faixa ideal de temperatura e estado hídrico em que ela tem seu ponto ótimo de metabolismo. Temperaturas acima ou abaixo da faixa ideal causam diminuição na eficiência metabólica, na atuação de enzimas, refletindo nos níveis de transpiração, respiração e fotossíntese. Isso acarreta perda na acumulação de biomassa e impactos negativos na produtividade.

Ao vivenciar uma situação de estresse, as plantas lançam mão de estratégias para acelerar sua produção, gerar sementes e perpetuar a espécie. Algumas dessas estratégias são o encurtamento de ciclo, senescência foliar, aborto e derrubada de estruturas reprodutivas (como flores e frutos). Essas estratégias de sobrevivência, normalmente são contrárias à alta produção. 

Os estresses por calor ou seca, causam problemas principalmente nos processos abaixo:

  • Germinação: a temperatura e a umidade do solo são fatores primordiais para a germinação de sementes. Por esse motivo, falta de água e temperaturas muito altas ou baixas normalmente causam baixa germinação e emergência, falhas no estande e diminuição do número de plantas por área, além de afetarem o vigor inicial da lavoura;
  • Transpiração: temperaturas muito altas e baixa umidade no solo fazem com que as plantas fechem seus estômatos para evitar murcha permanente e morte;
  • Fotossíntese e acúmulo de biomassa: ao fechar os estômatos as plantas limitam a entrada de gás carbônico do ar, o que diminui a fotossíntese e, consequentemente, a acumulação de biomassa na forma de matéria seca, impactando na produção; 
  • Aporte de nutrientes: A baixa transpiração e a falta de água no solo diminuem o aporte de nutrientes que vêm através da solução do solo absorvida pelas raízes.
  • Enzimas e pigmentos: há uma diminuição na concentração e atividade enzimática e nos pigmentos, causando clorose, baixa eficiência fotossintética, limitando o metabolismo e a produção;
  • Florescimento: a etapa do florescimento é muito sensível aos estresses térmico e hídrico, com aborto e queda de flores, diminuição da taxa de fecundação e esterilidade; 
  • Manutenção e enchimento de grãos: os estresses fazem com que as plantas abortem e derrubem estruturas reprodutivas, além de limitar o enchimento de grão e a granação das estruturas que permanecem, diminuindo grandemente a produção.

Influência do calor e seca na soja e milho

Além dos fatores citados acima, o calor e seca alteram o ciclo de produção da soja e do milho. Os estresses abióticos atuam de maneira diferente em cada estádio de desenvolvimento das culturas do milho e da soja.

Em termos de condições ideais, há diferenças entre a soja e o milho, principalmente por serem plantas com metabolismos diferentes, C3 e C4. A soja se desenvolve melhor em temperaturas na faixa dos 20 aos 28 oC, enquanto o milho tem uma faixa mais alta de 24 a 30 oC. Em termos hídricos, há grande variação entre os materiais genéticos, mas a faixa de 400 a 800 mm ao longo do ciclo, é o mais comum para ambas as culturas.

Além das influências citadas acima, há alterações também no ciclo das culturas e suas épocas de plantio e colheita. Condições de pouca pluviosidade combinada com calor extremo normalmente levam ao atraso no plantio da soja, pois o produtor aguarda por condições mais propícias e seguras para o plantio.

Dessa forma, um plantio tardio da soja causa um atraso em sua colheita e consequente atraso no plantio do milho. A soja tardia corre mais riscos de perdas por doença, além da diminuição da produtividade por questões como radiação e temperatura.

Já no milho, um atraso na safrinha aumenta grandemente a possibilidade de limitação hídrica no final do ciclo, com a redução natural de chuvas no Outono e consequente perda de produtividade.

Ciclo vegetativo da soja (Fonte: Aegro)

Ciclo vegetativo do milho (Fonte: Aegro)

Técnicas para manter produtividade frente a ondas de calor

Existem técnicas que podem ser usadas para aumentar a tolerância e amenizar os efeitos das ondas de calor e secas no campo. Hoje em dia, cada vez mais se usam técnicas conservacionistas que visam dar maior robustez ao sistema agrícola como um todo.

Abaixo citamos alguns exemplos:

  • Aumento da matéria orgânica solo e de microrganismos benéficos;
  • Potencializar crescimento de raízes;
  • Uso de genótipo tolerantes ao calor e à seca;
  • Uso de produtos hormonais, nutricionais e bioestimulantes;
  • Uso de irrigação;
  • Boas práticas agrícolas como plantio direto, adubação verde, integração florestal, dentre outras;
  • Monitoramento do clima;
  • Análise de risco e zoneamento climático de culturas para região de implantação;
  • Gestão da propriedade;
  • Seguro agrícola.

Conclusão

As condições climáticas afetam grandemente a viabilidade e rendimento das culturas agrícolas. Condições não-ideais de temperatura e pluviosidade causam alterações metabólicas nas plantas, levando à limitação da produção.

Esses extremos climáticos podem ser causados por fenômenos específicos regionais ou fazem parte de um padrão global. As perdas por esse motivo podem causar quebras de safra de produtos agrícolas, com consequente alteração nos seus preços, levando a insegurança alimentar.

O produtor pode lançar mão de técnicas para se prevenir ou para amenizar os efeitos nocivos dos estresses abióticos e deve estar atento às possibilidades que são apresentadas.