Como fazer o melhor uso de inseticida na dessecação da lavoura

Inseticida na dessecação: quando eles podem ser vantajosos e quais produtos usar para o controle de pragas na preparação para a safra!

Muitos insetos-praga sobrevivem de uma safra para outra e precisam ser controlados ainda na dessecação.

Mas você sabe como planejar essa operação para ter um resultado mais estratégico? 

E quanto à escolha dos produtos: o que você precisa considerar?

Confira neste artigo como fazer o melhor uso de inseticida na dessecação da lavoura e ganhe mais eficiência no controle de pragas no início da safra!

Planejamento da dessecação

A dessecação é uma prática adotada para eliminar a vegetação de uma área e iniciar a semeadura da cultura comercial “no limpo”.

Esse manejo elimina plantas daninhas e restos da cultura antecessora no pré-plantio. Isso evita que, durante a fase inicial de desenvolvimento da cultura, ocorra competição por recursos com as plantas invasoras. 

Além disso, ajuda a formar palha para plantio direto quando plantas de cobertura são utilizadas na entressafra.

As plantas que não são eliminadas na dessecação podem hospedar pragas que atacam a lavoura no início do ciclo da cultura.

A pulverização para dessecação exige um planejamento apropriado, que inclui a aplicação de herbicidas com mecanismo de ação adequado para cada tipo de planta daninha identificada. 

Outros aspectos essenciais para o planejamento são:

  • o momento correto da dessecação;
  • conhecimento do solo para obter um bom residual;
  • boas práticas para pulverização;
  • informações adequadas de condições climáticas.

Uma prática importante a ser considerada no planejamento é o uso de inseticidas na dessecação da área. Você verá mais sobre isso a seguir.

Uso de plantas de cobertura na entressafra

Considere a cultura anterior para a obtenção de boas produtividades. Muitos produtores rurais têm optado pelas plantas de cobertura verde na entressafra.

No sul do país, culturas como aveia, azevém e ervilhaca são comuns. Na região Centro-Oeste, o uso do milheto, braquiária e crotalária pode ser destacado.

Neste cenário, pragas como lagartas polífagas têm sido beneficiadas. Elas têm capacidade de se reproduzir nesses campos e se abrigar na palha junto ao solo até a cultura comercial emergir, quando cortam as plântulas.

Lagartas do gênero Spodoptera apresentam esse comportamento de sobrevivência no ano todo. Isso porque completam seu ciclo se alimentando de diversas espécies vegetais até o início do ciclo da cultura, quando comem as plântulas.

Lavoura dessecada para semeadura

Lavoura dessecada para semeadura
(Fonte: Dekalb)

Regiões produtoras das principais culturas (soja, milho e algodão), onde se utilizam plantio escalonado (sucessão de culturas e/ou uso de cobertura verde) disponibilizam alimento constante para insetos, principalmente estas lagartas.

Tendo em vista o cenário de redução de estande e a consequente redução de produtividade, você viu a importância do controle inicial das pragas.

Quando é válido usar inseticidas na dessecação?

O uso dos inseticidas na dessecação visa a eliminar pragas antes do plantio da cultura comercial.

Como todo manejo, exige a avaliação de quesitos que determinam a viabilidade ou não desta prática, pois pode não haver necessidade. 

E como saber se há real necessidade?

Existem maneiras de você saber se deve ou não aplicar o manejo, respondendo a alguns questionamentos.

  • o estande de plantas é reduzido significativamente pelas lagartas?
  • a infestação de lagartas é reduzida no ciclo inicial da cultura?
  • a produtividade é afetada pelas lagartas que sobreviveram na palha?
  • os benefícios econômicos da aplicação de inseticidas na dessecação são reais?

Antes de definir qualquer estratégia, você deve conhecer as espécies presentes e escolher fazer ou não o controle. Essa informação é obtida através do Manejo Integrado de Pragas (MIP).

Quais inseticidas usar na dessecação?

Os produtos com ação inseticida utilizados na dessecação são normalmente piretróides, carbamatos e organofosforados. Eles possuem como vantagem o menor custo, porém não são seletivos aos inimigos naturais.

Tendo em vista esse entrave, novas moléculas estão surgindo para contornar esse problema, agindo como ferramentas estratégicas do MIP.

Empresas têm apostado no metomil, se tratando de eficiência de controle e preservação contra inimigos naturais. Este inseticida pode ser utilizado com o glifosato, facilitando muito o manejo.

No entanto, estudo realizado no MT demonstrou que essa associação pode prejudicar a ação do inseticida citado acima, não recomendando essa mistura. O mesmo estudo demonstrou boa interação de tanque e bom controle do glifosato com IA espinosade.

Espinosade é um inseticida de origem natural do grupo químico espinosinas (extraído da bactéria Saccharopolyspora spinosa). Ele é seletivo aos principais inimigos naturais de pragas de lavoura.

A seletividade dos produtos preserva o controle biológico natural, prática básica do MIP. Este fator melhora o controle das pragas, embora algumas possam ser tolerantes ou resistentes a alguns IAs.

Outros IAs também podem ser utilizados em conjunto com glifosato com bons resultados, como mostra a imagem a seguir.

tabela com produtividade da soja após pulverização de diferentes inseticidas na dessecação

Produtividade da soja após pulverização de diferentes inseticidas na dessecação
(Fonte: Revista Planta Daninha)

Ambos os inseticidas citados são recomendados para as principais culturas de plantas de lavoura e possuem bons resultados no controle de lagartas. Mais informações sobre estes e outros inseticidas você pode encontrar no Agrofit.

A utilização do controle cultural é outra estratégia importante do MIP. Soja, milho e algodão com tecnologia BT auxiliam no controle das pragas que sobrevivem à pulverização na dessecação e ajudam na manutenção do estande de plantas.

Para te ajudar no processo de pulverização, separei uma planilha para você. Clique na figura a seguir para baixá-la gratuitamente.

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Conclusão

O uso de inseticida na dessecação é uma prática importante para o controle de pragas que podem atacar a lavoura no início do ciclo da cultura.

A eliminação ou redução da população de pragas (principalmente a Spodoptera) sem afetar os inimigos naturais é o objetivo dessa prática.

Avalie bem a situação de sua lavoura antes de decidir sobre usar ou não inseticidas na dessecação. Planeje bem sua safra e melhore seu plantio!

Escolha os produtos corretos para não gerar incompatibilidade e preservar os inimigos naturais e siga todas as recomendações de boas práticas agrícolas.

Isso aumenta a sua eficiência e rentabilidade. E não se esqueça: o planejamento é a chave para o sucesso de sua safra!

Ficou alguma dúvida sobre o uso de inseticida na dessecação? Conte a sua experiência sobre o assunto aqui nos comentários. 

Como identificar e manejar o crestamento bacteriano na soja

Crestamento bacteriano na soja: saiba quais são os sintomas da doença, como identificar e como o manejo preventivo pode evitar maiores problemas.

O crestamento bacteriano é uma das mais comuns doenças da soja, mas não tem grande importância econômica. 

Ela tem maior ocorrência em regiões úmidas e de clima temperado, apesar do patógeno estar presente em todas as áreas produtoras de soja no país.

No Brasil, ainda são escassas as informações quanto aos prejuízos causados por essa bacteriose nas lavouras de soja. Nos Estados Unidos já foram relatados danos que chegam a 40%.

Neste artigo, você poderá conferir os principais sintomas e a melhor forma de manejo dessa doença. Confira!

Sintomas do crestamento bacteriano na soja

O crestamento bacteriano na soja é uma doença causada pelo microrganismo Pseudomonas savastanoi.

Os sintomas podem aparecer em toda parte aérea da planta, como folhas, hastes, pecíolos e vagens. É comum que eles sejam observados primeiramente nas folhas jovens. 

Ao contrário de outras doenças foliares, como a ferrugem asiática, os sintomas são mais evidentes no terço médio e superior da planta

As lesões nas folhas começam com pequenas manchas de aspecto encharcado (anasarca), translúcidas e circundadas por um halo amarelo. A largura desse halo está relacionada à temperatura do ambiente.

Sob altas temperaturas, o halo amarelo que contorna as lesões pode ser estreito ou quase inexistente. Em condições mais amenas, é grande e evidente.

Folha de soja com sintomas de crestamento bacteriano causado pela bactéria Pseudomonas savastanoi pv. glycinea

Folha de soja com sintomas de crestamento bacteriano causado pela bactéria Pseudomonas savastanoi pv. glycinea
(Fonte: Daren Mueller, Iowa State University, Bugwood.org)

Com o avanço da doença, as lesões aumentam de tamanho e a área de tecido foliar morto acaba se desprendendo do ferimento. Assim, as folhas ficam com aparência rasgada.  

Folha de soja com severos sintomas de crestamento bacteriano

Folha de soja com severos sintomas de crestamento bacteriano
(Fonte: Daren Mueller, Iowa State University, Bugwood.org)

Plantas jovens, quando severamente atacadas por essa bacteriose, podem apresentar sintoma parecido ao de virose: o enrugamento das folhas.

O correto diagnóstico da doença é fundamental para estabelecer um plano de manejo eficiente.

Folhas de soja com sintomas de crestamento bacteriano: manchas necrosadas e enrugamento das folhas

Folhas de soja com sintomas de crestamento bacteriano: manchas necrosadas e enrugamento das folhas
(Fonte: Howard F. Schwartz, Colorado State University, Bugwood.org)

Como identificar a doença?

A avaliação da face inferior da folha permite realizar o diagnóstico, geralmente exato, da doença. Nas horas úmidas da manhã, você pode observar o exsudato da bactéria sob as manchas angulares e enegrecidas

Esse exsudato é um líquido produzido como reação ao ataque da bactéria. Ele se apresenta como uma película brilhante sob as lesões, o que indica a contaminação.

No entanto, somente a análise laboratorial do material vegetal garante o diagnóstico preciso.

Condições para o desenvolvimento do crestamento bacteriano na soja

A bactéria Pseudomonas savastanoi existe epifiticamente na superfície foliar. Isso quer dizer que ela consegue sobreviver nas plantas sem infectá-las. 

Nessa fase epifítica, as bactérias podem ser localizadas em pontos estratégicos da planta, de modo a garantir sua sobrevivência e multiplicação.

Em dias secos, o exsudato da bactéria é disseminado na lavoura por meio de finas escamas. No entanto, é necessária a presença de um filme de água na superfície vegetal para haver infecção da planta sadia.

O processo infeccioso começa com a entrada da bactéria no interior do tecido vegetal por aberturas naturais (estômatos) e ferimentos

Além disso, esse microrganismo é um patógeno hemibiotrófico, ou seja, coloniza plantas vivas, mas também sobrevive em tecido morto. Sendo assim, os restos culturais são fonte do inóculo de uma safra para outra. 

É importante destacar que a bactéria tem seu desenvolvimento favorecido sob temperaturas amenas, entre 20 °C  e 26 °C, e elevada umidade.

infográfico com ciclo do crestamento bacteriano na soja

Ciclo do crestamento bacteriano na soja
(Fonte: Traduzido de Crop Protection Network)

Manejo da doença

A bactéria pode ser transmitida por sementes e restos culturais contaminados. O fato desse patógeno sobreviver nos restos vegetais fora da época de cultivo aumenta as chances de infecção da próxima safra.

Além disso, as sementes infectadas podem não apresentar sintomas e acabam funcionando como veículo disseminador a longas distâncias da bactéria e também de outros microrganismos patogênicos. 

A qualidade genética, fisiológica e sanitária do material de propagação tem impacto direto na produtividade e nos custos de produção. Para evitar problemas em sua lavoura, aborde a questão sanitária das sementes com rigor.

Tratando-se de doenças, o melhor manejo é o preventivo. Para isso é importante que você adote mais de uma estratégia para reduzir as chances de desenvolvimento e disseminação da doença na área.

Abaixo, você pode conferir algumas medidas preventivas para o crestamento bacteriano na soja:

O controle químico dessa bacteriose é limitado devido à reduzida quantidade de produtos registrados para a doença. Atualmente, podem ser encontrados dois produtos para o crestamento bacteriano na soja: oxicloreto de cobre e óxido cuproso

Porém, é importante lembrar que quando a doença se encontra em estado avançado, o uso desses produtos terá pouco ou nenhum efeito.

Outro ponto relevante é o plantio contínuo de mesmos genótipos de soja resistentes à doença. Essa prática aumenta a pressão de seleção na área e favorece o crescimento populacional de bactérias com resistência natural. 

Ou seja, haverá a seleção de microrganismos adaptados às novas condições ambientais.

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Conclusão

Os principais sintomas do crestamento bacteriano na soja são visíveis nas folhas jovens: manchas de aparência encharcada e translúcida, circundadas por um halo amarelado. 

Você viu que o diagnóstico pode ser feito em campo pela avaliação da face inferior da folha. Porém, para a identificação exata da doença bacteriana, lembre-se de levar o material para ser analisado em laboratório.

Por fim, não se esqueça que o melhor manejo da doença é o preventivo. A adoção de diferentes técnicas de manejo diminui a probabilidade de desenvolvimento e estabelecimento da doença na área. 

Espero que essas informações possam ter te ajudado a identificar a doença a tempo de evitar prejuízos em sua plantação de soja.

>> Leia mais:

“Doenças de final de ciclo da soja: principais manejos para não perder a produção”

Você já teve problemas com crestamento bacteriano na soja? Conte pra gente sua experiência nos comentários!

Resistência do solo à penetração: entenda as causas e como evitar sua ocorrência

Resistência do solo: quais são as causas, consequências, como avaliar o problema e como evitar que ele aconteça na sua lavoura

A resistência do solo à penetração das raízes é um processo grave de degradação que afeta a produtividade das culturas e, com toda a certeza, merece a sua atenção.

A identificação e correção dos níveis críticos de resistência são essenciais para um bom desenvolvimento das raízes da sua lavoura.

Neste artigo, você terá informações sobre como evitar esse problema e como ele afeta a produtividade das culturas. Confira a seguir!

Causas da compactação do solo

Esse processo de degradação causa limitações ao sistema radicular, que não encontra espaço, água e ar suficientes para se desenvolver. Consequentemente, há redução da produtividade das culturas.  

O intenso tráfego de máquinas agrícolas em condições inadequadas de manejo causa a compactação do solo. As alterações físicas do solo formam uma camada compactada (pé-de-grade). 

Elas são causadas devido à pressão feita por máquinas e implementos agrícolas.

Solo sem impedimentos que passou por operações de revolvimento e, consequentemente, se tornou compactado e com crescimento radicular limitado

Solo sem impedimentos que passou por operações de revolvimento e, consequentemente, se tornou compactado e com crescimento radicular limitado
(Fonte: Embrapa)

Sintomas visuais de um solo compactado:

  • menor infiltração de retenção de água;
  • folhas com coloração fora do normal;
  • raízes deformadas, tortas e/ou rasas;
  • baixa emergência das plântulas;
  • potência maior para o preparo do solo;
  • erosão acentuada;
  • empoçamento de água;
  • presença de crostas e zonas endurecidas sob o solo.

Como evitar a resistência do solo à penetração das raízes?

São várias as formas de evitar a resistência do solo:

Essas práticas auxiliam na melhoria da qualidade do solo e no aumento da produtividade das culturas, garantindo a sustentabilidade do sistema produtivo.

Consequências da resistência do solo à penetração das raízes 

No período de desenvolvimento inicial, as plantas são bastante afetadas pela compactação do solo. Isso acontece devido ao desenvolvimento das raízes, e ao fato de a parte aérea estar atrelada à ocorrência ou não de restrições físicas no solo.

tabela com consequências da resistência do solo à penetração das raízes com classes e limites.

(Fonte: adaptado de Canarache)

Os valores críticos de resistência do solo à penetração de raízes variam de acordo com a classe de solo e com a espécie cultivada.

Porém, de modo geral, é considerado que 2,0 MPa seja o valor crítico de resistência ao crescimento radicular das culturas.

Você verá abaixo algumas consequências do aumento da resistência do solo:

  • menor germinação de sementes;
  • crescimento atrasado e não uniforme da lavoura;
  • crescimento radicular lento, reduzindo a produtividade das culturas;
  • aumento dos custos com combustível em operações de descompactação do solo;
  • maior suscetibilidade das culturas à veranicos;
  • predisposição do solo a erosão;
  • menor aeração do solo.

Conhecer os limites críticos de resistência do solo à penetração é importante para empregar o manejo do solo adequado, viável e sustentável para o sistema produtivo.

O manejo deve favorecer o crescimento, desenvolvimento e a produtividade das culturas.

Como avaliar a resistência do solo à penetração?

O penetrômetro é um equipamento muito utilizado para avaliar a resistência do solo à penetração de raízes. Ele perfura o solo para medir sua resistência à penetração e detectar quaisquer camadas compactadas em seu perfil.

Por meio da avaliação, é possível obter informações sobre as condições físicas do solo de sua propriedade, auxiliando no diagnóstico de quão compactado está o perfil do solo.

Além disso, a avaliação informa onde o problema se encontra, permitindo que você tome a decisão de manejo o mais rápido e precisamente possível. Assim, você evita gastos excessivos com a subsolagem do solo, onde o procedimento não é necessário.

Veja alguns benefícios dos medidores de compactação do solo:

  • identificação de camadas compactadas no solo;
  • simples e de fácil utilização;
  • torna possível o manejo adequado para eliminar a compactação do solo;
  • ajuda a assegurar uma melhor estrutura do solo;
  • a identificação precoce da compactação do solo evita perdas de produtividade das culturas.
ilustração de medidor eletrônico de compactação do solo

Medidor eletrônico de compactação do solo
(Fonte: Falker)

Além da precisão de onde fazer a correção, o resultado pode indicar a adoção de práticas agrícolas sustentáveis.

Como corrigir um solo resistente à penetração de raízes?

Algumas técnicas podem te ajudar a corrigir a resistência do solo à penetração. A principal delas é o uso de subsoladores e escarificadores.

Com a utilização desses dois equipamentos é possível romper, de forma mecânica, as camadas compactadas do perfil do solo.

A utilização de culturas de cobertura, adubos verdes e rotação de culturas também podem diminuir a resistência do solo à penetração das raízes.

De preferência, essas culturas devem possuir sistema radicular abundante e agressivo para romper as camadas compactadas e contribuir para a agregação do solo.

Veja abaixo algumas espécies que podem ser utilizadas para esta finalidade:

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Conclusão

O aumento da resistência do solo à penetração limita o crescimento das raízes e a absorção de água e nutrientes, além de afetar a produtividade das culturas. 

O tráfego excessivo de máquinas e implementos agrícolas, dependendo das circunstâncias, é uma das causas do aumento da resistência do solo à penetração.

Utilizando o penetrômetro, você terá acesso a informações de quão compactado está o perfil do solo. 

Ao observar a resistência do solo em sua propriedade, você pode garantir a máxima produção potencial da sua lavoura.

>>Leia mais:

“Entenda o Diagnóstico Rápido da Estrutura do Solo (Dres) e como ele pode ser útil para sua lavoura”

Você já passou por problemas com a resistência do solo em sua lavoura? Conte-nos a sua experiência aqui nos comentários!